Rodoviários do Rio de Janeiro decidiram manter a greve após uma assembleia tumultuada, onde ovos foram jogados e o carro do sindicato foi cercado.
Durante a manifestação, ao menos cinco ônibus foram depredados no Centro, refletindo a insatisfação dos trabalhadores com a proposta de reajuste de 4,39% oferecida pelo sindicato patronal.
Os rodoviários exigem um reajuste de 17%, além de mudanças nas condições de trabalho e aumento no piso salarial, mas a audiência de conciliação não resultou em um acordo.
Rodoviários do Rio de Janeiro entraram em greve por tempo indeterminado a partir de 29 de junho, após assembleia na qual foram aprovadas reivindicações salariais.
Durante a greve, viações relatam que 40 ônibus foram vandalizados em piquetes, resultando em uma ordem judicial que estipula a circulação mínima de 50% da frota.
Passengers enfrentam longas filas e dificuldades no transporte público, enquanto a prefeitura e as viações tentam minimizar os impactos da paralisação.