Funcionários do Departamento de Estado dos EUA tiveram vistos negados pelo Itamaraty ao planejar encontro com Flávio Bolsonaro.
A negativa ocorreu em um contexto pré-eleitoral, considerando o risco de instrumentalização por parte do candidato do PL.
Reportagem do Washington Post informou que o governo Trump pretendia enviar representantes ao Brasil para questionar a integridade das urnas eletrônicas.
O TSE convocou diplomatas de diversos países, incluindo os EUA, para uma reunião em 17 de agosto sobre o funcionamento das urnas eletrônicas.
A iniciativa visa defender as urnas como um 'patrimônio do povo brasileiro' e foi destacada pelo presidente do TSE, ministro Kássio Nunes Marques.
O Itamaraty negou vistos a dois funcionários americanos que pretendiam discutir liberdade de expressão nas eleições, citando riscos de instrumentalização política.
A Federação Brasil Esperança (PT, PC do B e PV) protocolou uma representação no TSE contra Flávio Bolsonaro e outros por desinformação sobre a segurança das urnas eletrônicas.
Os partidos alegam que as ações de Flávio e outros membros estão minando a credibilidade do sistema eleitoral e pedem a remoção de conteúdos nas redes sociais.
Em resposta, Flávio nega irregularidades e afirma que apenas destacou documentos públicos sobre suspeitas em eleições na Venezuela.
O PT, junto com PV e PCdoB, entrou com uma ação no TSE contra Flávio Bolsonaro, acusando-o de disseminar informações falsas sobre urnas eletrônicas.
A ação pede a remoção de conteúdos falsos, a aplicação de uma multa de R$ 30 mil e a proibição de propagação de desinformação relacionada às urnas brasileiras.
A declaração de Flávio associando urnas brasileiras a um documento da CIA sobre as urnas venezuelanas já foi desmentida pelo TSE, que afirma que as urnas do Brasil foram desenvolvidas pela Justiça Eleitoral.
Flávio Bolsonaro, durante reunião com diplomatas, atacou as urnas eletrônicas, fazendo alegações já desmentidas pelo TSE.
O TSE reafirmou que as urnas eletrônicas não são fornecidas pela empresa venezuelana Smartmatic e que todo o sistema é gerido pela Justiça Eleitoral.
Apesar de não questionar a integridade do sistema, Flávio fez um apelo para que mais observadores internacionais sejam enviados para as eleições brasileiras.