Marroquinos chegam a Ceuta em busca de entrada na União Europeia, resultando em uma crise migratória significativa.
Embora cerca de 50.000 pessoas tenham entrado, a cidade não garante o direito de circulação pela UE, já que não faz parte do espaço Schengen.
A decisão do Supremo da Espanha sobre deportações motivou a travessia a nado, levando a medidas emergenciais e apoio internacional para um controle migratório mais eficiente.
A União Europeia convocou uma reunião de emergência para discutir a crise migratória em Ceuta, marcada para a próxima terça-feira, após a chegada massiva de imigrantes marroquinos.
O primeiro-ministro espanhol, Pedro Sánchez, criticou a suspensão do Acordo de Schengen com a Itália e defendeu a resposta coordenada da UE.
A situação em Ceuta está se normalizando, com a maioria dos imigrantes retornando ao Marrocos, mas as autoridades locais ainda expressam preocupações de segurança.
Mais de 48 mil imigrantes deixaram Ceuta, na Espanha, até a tarde de sexta-feira, segundo o Ministério do Interior.
A situação na fronteira gerou alerta na Europa, levando líderes da UE a exigir controle da situação por parte da Espanha.
O primeiro-ministro Pedro Sánchez afirmou que a travessia em massa é uma violação da soberania territorial e anunciou a repatriação dos que entraram ilegalmente.
A polícia espanhola utilizou bombas de gás para afastar imigrantes que tentavam entrar em Ceuta, cidade autônoma da Espanha, após um grande fluxo de migrantes do Marrocos.
Cerca de 60 mil migrantes chegaram a Ceuta em 24 horas, muitos enfrentando a travessia perigosa que resultou na morte de ao menos 34 pessoas.
Autoridades marroquinas também tentaram conter a situação usando caminhões de água, mas a crise continua com um fluxo intenso de tentativas de entrada na cidade.
O Google deverá permitir que OpenAI e outros concorrentes acessem seus serviços para cumprir as novas regras da União Europeia sobre concorrência.
A decisão foi anunciada após um período de seis meses de procedimentos regulatórios e entrará em vigor em janeiro do próximo ano.
O Google vai disponibilizar 11 recursos em seu sistema Android para assistentes de IA concorrentes, visando melhorar a competitividade no setor até julho de 2027.
A Sony anunciou que, a partir de 2028, não produzirá mais discos físicos para novos jogos.
Com a transição para um futuro totalmente digital, a disponibilidade de jogos físicos ainda durará alguns anos.
A União Europeia não intervirá na decisão da Sony, afirmando que as empresas têm liberdade comercial desde que os direitos do consumidor sejam respeitados.