A UEFA deve retirar a ameaça de boicote às competições da FIFA, recepcionando garantias sobre a não venda de participação comercial ligada à Copa do Mundo.
Seleções europeias, incluindo Inglaterra, França e Espanha, podem participar da próxima Copa do Mundo Feminina Sub-20 na Polônia, enquanto a UEFA discute a retirada oficial da ameaça.
Apesar do recuo, a tensão entre UEFA e FIFA persiste, com a pressão sobre o presidente da FIFA, Gianni Infantino, permanecendo em alta.
Gianni Infantino, presidente da FIFA, enfrenta pressões intensas para renunciar após críticas ao plano de investimento privado que foi engavetado.
Embora tenha recebido apoio de entidades como a CAF e federações da Argentina e México, a UEFA expressou falta de confiança nele, ameaçando boicotar os eventos da FIFA.
A NFF pediu sua renúncia imediata, enquanto Infantino continua firme em sua candidatura para um quarto mandato em março de 2027.
A UEFA declarou que perdeu a confiança em Gianni Infantino como presidente da FIFA, após o anúncio de um plano para vender ações da entidade que foi considerado 'sórdido' e 'não transparente'.
A desistência de Infantino de criar uma empresa privada para gerenciar a Copa do Mundo ocorreu em meio a forte oposição, incluindo um boicote anunciado por federações da Inglaterra, Noruega e País de Gales.
A UEFA e outras confederações destacaram a necessidade de uma revisão robusta da liderança da FIFA para garantir que o esporte seja administrado de forma transparente e no interesse de seus membros.
O presidente da Fifa, Gianni Infantino, desistiu do plano de vender ações da Copa do Mundo a investidores privados devido a fortes críticas e boicote da UEFA e Concacaf.
A proposta visava arrecadar US$ 4,2 bilhões através da criação de uma nova empresa para gerenciar as principais competições da Fifa, mas recebeu ampla oposição das associações membros.
A Uefa, Concacaf e AFC se manifestaram publicamente contra o projeto, levando Infantino a considerar que a situação criou divisões que não atendem mais aos interesses estabelecidos.
A FIFA planeja criar uma empresa privada para explorar comercialmente os ativos de suas competições, o que gerou forte oposição da UEFA.
A UEFA ameaça boicotar torneios da FIFA, começando pela Copa do Mundo Feminina de 2027, alegando que o projeto coloca a essência do futebol em risco.
Atualmente, quatro seleções europeias estão classificadas para a Copa do Mundo Feminina de 2027, e mais 32 seleções disputarão a segunda fase das Eliminatórias Europeias em dezembro.