A UEFA declarou que perdeu a confiança em Gianni Infantino como presidente da FIFA, após o anúncio de um plano para vender ações da entidade que foi considerado 'sórdido' e 'não transparente'.
A desistência de Infantino de criar uma empresa privada para gerenciar a Copa do Mundo ocorreu em meio a forte oposição, incluindo um boicote anunciado por federações da Inglaterra, Noruega e País de Gales.
A UEFA e outras confederações destacaram a necessidade de uma revisão robusta da liderança da FIFA para garantir que o esporte seja administrado de forma transparente e no interesse de seus membros.
O presidente da Fifa, Gianni Infantino, desistiu do plano de vender ações da Copa do Mundo a investidores privados devido a fortes críticas e boicote da UEFA e Concacaf.
A proposta visava arrecadar US$ 4,2 bilhões através da criação de uma nova empresa para gerenciar as principais competições da Fifa, mas recebeu ampla oposição das associações membros.
A Uefa, Concacaf e AFC se manifestaram publicamente contra o projeto, levando Infantino a considerar que a situação criou divisões que não atendem mais aos interesses estabelecidos.
A FIFA planeja criar uma empresa privada para explorar comercialmente os ativos de suas competições, o que gerou forte oposição da UEFA.
A UEFA ameaça boicotar torneios da FIFA, começando pela Copa do Mundo Feminina de 2027, alegando que o projeto coloca a essência do futebol em risco.
Atualmente, quatro seleções europeias estão classificadas para a Copa do Mundo Feminina de 2027, e mais 32 seleções disputarão a segunda fase das Eliminatórias Europeias em dezembro.