A Colômbia viveu um dia de violência no sábado (8), com a morte do subintendente Argemiro Rodelo Canchila, devido a um ataque com explosivos em uma subestação policial.
O presidente Abelardo de La Espriella condenou os ataques, prometendo que os responsáveis serão presos e que a impunidade não será tolerada.
Em resposta à violência, o governo iniciou a transferência de 117 presos de alto perfil para instalações de segurança máxima, como parte de um esforço para combater o crime organizado.
Uma loja de capinhas de celular no Rio de Janeiro movimentou R$ 47 milhões em recursos ilícitos, conforme investigações da Polícia Civil.
A operação, chamada Hawala, resultou na prisão de 10 pessoas, incluindo a proprietária da loja e um empresário libanês apontado como chefe da organização.
O esquema envolvia compra de produtos no exterior, disfarçando recursos de tráfico como lucro comercial, e agora a polícia investiga possíveis ligações com o terrorismo internacional.
O governo Lula expressa preocupação sobre a classificação do PCC e do CV como organizações terroristas pelos EUA, considerando que isso pode abrir espaço para uma possível intervenção militar.
O Itamaraty, liderado por Mauro Vieira, argumenta que essa designação coloca em risco a soberania nacional e pode ter implicações sérias para cidadãos brasileiros.
O Departamento de Estado dos EUA já negou qualquer possibilidade de ação militar, esclarecendo que a classificação se destina ao bloqueio de atividades criminosas, não à intervenção militar.
Donald Trump anunciou que um ataque das forças americanas resultou na morte de Hector Rusthenford Guerrero Flores, conhecido como Niño Guerrero, líder da gangue Tren de Aragua.
O ataque foi caracterizado como rápido e letal, com Trump destacando a coordenação com o governo venezuelano.
O Tren de Aragua é classificado pelos EUA como uma organização terrorista, relacionado a atividades de tráfico de drogas e pessoas.
O governo dos Estados Unidos negou o visto do árbitro somali Omar Abdulkadir Artan para a Copa do Mundo de 2026, devido a suspeitas de vínculos com organizações terroristas.
As autoridades americanas encontraram informações comprometedoras que indicavam ligações de Artan com indivíduos suspeitos de integrar grupos terroristas.
A embaixada da Somália tentou reverter a decisão, mas o veto foi mantido, o que significa que o árbitro não poderá participar do torneio.