O TSE liberou a campanha de Renan Santos, candidato à Presidência pelo partido Missão, após suspensão por irregularidades no registro de perfis em redes sociais.
Dias Toffoli, ministro do TSE, determinou a volta dos perfis e o repasse de recursos, mas mantém a avaliação de que Renan havia cometido infrações.
Renan alegou que a decisão do TSE foi uma retaliação e anunciou a continuidade de manifestações, criticando a atuação de Toffoli e do ministro Alexandre de Moraes.
O ministro Dias Toffoli do TSE liberou a campanha digital de Renan Santos dois dias após suspendê-la.
A decisão inclui a retomada de propaganda eleitoral, repasses do Fundo Eleitoral e participação em debates.
Renan Santos havia alegado irregularidades de comunicação sobre seus perfis em redes sociais, mas apresentou as informações corretas e teve a campanha liberada.
Renan Santos e seu partido, Missão, publicaram a imagem com a palavra “Censurado” após a suspensão da propaganda eleitoral digital pelo ministro Dias Toffoli.
A decisão do TSE proíbe a campanha em 16 perfis não informados à Justiça Eleitoral, mas permite que Renan continue a campanha em outros canais.
Flávio Bolsonaro expressou apoio a Renan, criticando a censura e a banalização da questão no Brasil.
O Ministério Público Eleitoral (MPE) não identificou irregularidades na foto do presidente Lula com chapéu na urna eletrônica.
Lula utiliza o chapéu por recomendação médica após a remoção de um câncer de pele no couro cabeludo.
O vice-procurador-geral Eleitoral, Alexandre Espinosa, afirmou que a liberação do uso do acessório respeita o pluralismo político e não obstrui o reconhecimento do candidato.