A NASA apresentou uma nova representação tridimensional do campo gravitacional da Terra, baseada em mais de 1 bilhão de observações coletadas ao longo de 15 anos.
O modelo, chamado geoide, revela como a distribuição de massa no planeta altera seu campo gravitacional, mostrando elevações e depressões conforme a densidade das regiões.
Dados provenientes das missões GRACE e GOCE foram utilizados para melhorar o entendimento sobre a estrutura interna da Terra e auxiliar em pesquisas relacionadas ao ciclo hidrológico e mudanças climáticas.
A NASA lançou um modelo tridimensional interativo do geoide, que representa a forma dos oceanos sob a influência do campo de gravidade da Terra.
A altura do geoide é exagerada 10 mil vezes, mostrando variações que vão de 85 metros acima da referência na Islândia a 106 metros abaixo no sul da Índia.
O Brasil participou da validação do modelo com dados do IBGE, comparando medições com informações de outros países.
A SpaceX concluiu com sucesso o teste do foguete Starship, que pousou no mar após o lançamento do Texas, marcando um avanço nas ambições da empresa de Elon Musk.
Durante a missão, 20 satélites Starlink V3 foram liberados em uma trajetória suborbital, enquanto o porta-voz da SpaceX descreveu o pouso controlado como um 'cenário dos sonhos'.
O teste representa o 13º voo da Starship e é parte de um cronograma acelerado para preparar o foguete para missões futuras, incluindo potenciais voos para a Lua pela NASA.
Elon Musk e Jeff Bezos estão enfrentando críticas de ambientalistas devido aos seus planos de instalar centros de dados em órbita.
Especialistas pedem uma avaliação dos riscos ambientais, como a liberação de resíduos e compostos químicos na atmosfera durante lançamentos e operações.
A petição apresentada à FCC solicita a suspensão de licenças até que os danos ao clima e aos ecossistemas sejam analisados.
A Starlink realizou mais de 355 mil manobras para evitar colisões em um ano, evidenciando a crescente movimentação na órbita terrestre.
O aumento do tráfego espacial, com a constelação passando de 6 mil para mais de 10 mil satélites, gera preocupações entre especialistas sobre a segurança espacial.
Cada satélite, em média, realiza mais de 40 desvios anuais, e o aumento no número de manobras é visto como um indicativo do crescente risco de acidentes no espaço.
O Observatório Europeu Austral (ESO) alerta para as consequências devastadoras que megaconstelações de satélites podem ter na astronomia, sugerindo um limite de 100 mil satélites para preservar a observação do céu.
Atualmente, o número de satélites em órbita cresceu rapidamente, com 14 mil já lançados e previsões que podem ultrapassar 1,7 milhão, comprometendo a qualidade das observações astronômicas.
O estudo destaca que a contaminação luminosa não apenas impacta a astronomia, mas também pode ter efeitos negativos na saúde e no meio ambiente, alterando relógios biológicos de seres vivos.