Quatro pessoas foram indiciadas pela Polícia Civil pelo homicídio de Maria Eduarda Rodrigues, que caiu de 40 metros durante um salto de rope jump sem cordas de segurança.
O Ministério Público de São Paulo apresentou denúncias por homicídio qualificado, e todos os acusados permanecem presos.
O acidente ocorreu em junho de 2026 e as investigações indicam negligência na segurança e irresponsabilidade na condução da atividade.
Três meses antes da morte de Maria Eduarda, uma criança de 9 anos quase morreu em um acidente semelhante durante um salto de rope jump em Limeira (SP).
O acidente anterior foi causado por uma falha no sistema de freio da corda; quatro pessoas foram indiciadas por homicídio com dolo eventual após a morte da jovem.
A investigação revelou tentativas de ocultação de provas nos dois casos, incluindo a retirada de câmeras de segurança por membros da equipe clandestina 'Entre Cordas'.
A deputada Erika Hilton acionou a Polícia Federal (PF) após comentários nas redes sociais que incitavam violência contra Maria Eduarda Rodrigues de Freitas, jovem que morreu durante um salto de rope jump.
Os comentários incluíam referências a estupro e necrofilia, com Erika chamando-os de “tenebrosos” e uma manifestação de misoginia.
Maria Eduarda caiu de uma altura de 40 metros em Limeira, São Paulo, após a equipe responsável pela atividade não conectar a corda de segurança.
A morte de uma jovem durante uma atividade de rope jump suscitou um debate sobre a responsabilização criminal dos organizadores.
O professor Aury Lopes Jr. argumenta que a gravidade do resultado não justifica a classificação do caso como homicídio com dolo eventual, mas sim como culpa decorrente de negligência.
Ele critica a decretação de prisão preventiva e defende que a discussão deve se manter no campo técnico da teoria do delito, sem confundir crime culposo com doloso pela gravidade da situação.
Maria Eduarda Rodrigues, de 21 anos, morreu em um salto de rope jump sem cordas na Ponte do Esqueleto, em SP, devido a um erro dos instrutores que alegaram ter sofrido um 'apagão'.
Seis pessoas estão sendo investigadas, com três instrutores presos por homicídio com dolo eventual, enquanto outros três foram liberados por falta de evidências.
A tragédia levanta questões sobre a segurança na ponte, que já foi cenário de outros acidentes, e a responsabilidade do Governo Federal pela fiscalização e manutenção da área.