Keiko Fujimori está prestes a vencer o 2º turno das eleições presidenciais do Peru, com uma ampla vantagem sobre Roberto Sánchez.
Com 99,86% das urnas apuradas, Fujimori lidera com 50,118% dos votos válidos, enquanto seu rival não pode mais ultrapassá-la mesmo que receba os votos restantes.
A vitória de Fujimori marcaria o retorno do fujimorismo ao poder, mais de 20 anos após a queda de seu pai, Alberto Fujimori, e o candidato Sánchez questiona o processo eleitoral, afirmando a ocorrência de irregularidades na votação no exterior.
O candidato de esquerda Roberto Sánchez propôs a revisitação de todos os votos do segundo turno presidencial no Peru, onde atualmente Keiko Fujimori lidera com uma vantagem mínima.
A proposta de Sánchez busca garantir a transparência do processo eleitoral e requer a aceitação de Fujimori para ser formalmente apresentada às autoridades.
Com a apuração das atas quase concluída, o resultado final da eleição poderá demorar entre duas e três semanas para ser divulgado.
A apuração dos votos no segundo turno da eleição presidencial no Peru está acirrada, com Roberto Sánchez liderando a contagem geral, mas Keiko Fujimori é a preferência dos peruanos nas capitais brasileiras.
No Brasil, Keiko Fujimori possui 55,7% dos votos entre os peruanos, enquanto Sánchez tem 44,3%, destacando uma disputa intensa em São Paulo.
A contagem geral no Peru mostra Sánchez na frente com 50,03% contra 49,97% de Fujimori, refletindo a polarização nas eleições.
O deputado de esquerda Roberto Sánchez está na caça presidencial do Peru, com 50,072% dos votos apurados, contra 49,928% de Keiko Fujimori.
A contagem de votos continua após a votação do último domingo, e Sánchez expressou otimismo sobre o resultado enquanto Fujimori pediu paciência aos seus apoiadores.
O novo presidente enfrentará grandes desafios de legitimidade, já que o país tem experimentado uma instabilidade política significativa nos últimos anos.
As autoridades do Peru continuam a apuração do segundo turno da eleição presidencial, realizada no domingo (8), com 94,9% das urnas contadas.
Roberto Sánchez, com 50,101% dos votos, lidera a contagem, enquanto Keiko Fujimori segue com 49,899%, resultando em uma diferença de apenas 33.146 votos.
A eleição reflete uma profunda crise política no país, onde a desconfiança no sistema eleitoral é alta e muitos cidadãos votam por rejeição ao invés de entusiasmo.