O novo tarifaço de Donald Trump impõe uma sobretaxa de 25% sobre exportações brasileiras, refletindo uma nova era de protecionismo americano.
O Brasil, com menor dependência dos EUA, deve acelerar a diversificação de mercados, visando relações comerciais mais amplas com blocos como a União Europeia e o Mercosul.
Estratégias de diversificação já mostram resultados, com crescimento substancial das exportações brasileiras para mercados alternativos entre 2020 e 2025.
O Brasil terá a maior tarifa média imposta pelos EUA entre os países da América do Sul, com uma taxa de 18,17% a partir de 22 de julho.
A tarifa do Brasil subirá de 11,66% para esta nova porcentagem, enquanto seus vizinhos terão taxas menores.
Especialistas apontam que essa mudança reflete um desalinhamento ideológico e a relevância comercial do Brasil para os EUA, em meio à disputa de influência com a China.
Lula classifica como um “equívoco muito grande” a contestação do Parlamento Europeu ao acordo Mercosul-UE, destacando as oportunidades que ele oferece a ambos os blocos.
O tratado deve entrar em vigor de forma provisória em 1º de maio, gerando receios em relação à agricultura europeia, que foram rebatidos por Lula como infundados.
O presidente brasileiro defendeu Portugal como uma ponte para fortalecer a parceria entre Brasil e Europa durante sua visita a Lisboa.
Após mais de um mês de conflito entre Estados Unidos, Israel e Irã, cresce o temor de que uma guerra regional possa se transformar em uma Terceira Guerra Mundial.
Especialistas alertam que circunstâncias semelhantes no passado levaram a guerras globais, destacando a subestimação de oponentes como um risco.
O papel dos líderes e ações de aliados, como o Irã e a Rússia, podem influenciar a escalada do conflito e suas consequências internacionais.