Uma segunda greve geral em seis meses paralisou serviços em Portugal, afetando trens, voos e escolas.
Protesto contra reforma trabalhista do governo minoritário, sugerindo alterações no Código do Trabalho que poderiam agravar condições de trabalho.
Trabalhadores expressam preocupações sobre contratos precários e aumento da jornada de trabalho, com a maioria da população ativa não se engajando na greve.
O governo Lula apresentou a PEC que elimina a escala 6 X 1, propondo duas folgas semanais e uma jornada de 40 horas. - Durante os discursos de defesa da proposta, foram citados dados imprecisos e controvérsias, especialmente sobre o apoio popular à mudança. - Economistas alertam que a redução da jornada pode elevar custos para as empresas, sem garantias de aumento de produtividade.
O ministro da Fazenda, Dario Durigan, afirmou ser 'radicalmente contra' a compensação para o setor produtivo em caso de redução da jornada de trabalho.
Durante audiência na Câmara, ele defendeu que a titularidade da hora de trabalho não pertence ao empregador e não deve haver indenização por mudanças na escala de trabalho.
O debate sobre a redução da jornada envolve duas PECs e um projeto de lei do governo, mas o setor produtivo expressa preocupações sobre custos e impactos na competitividade.
Frentes parlamentares desejam revisar a escala 6 X 1 como parte de uma nova reforma trabalhista, impulsionada pela FPE.
O grupo busca garantir maior previsibilidade nas relações de trabalho, além de emendar a PEC em análise no Congresso.
Congresso pretende aumentar a pressão sobre o governo para explicar custos da proposta, com o debate se expandindo para incluir questões previdenciárias em breve.
A Câmara dos Deputados da Argentina aprovou a reforma trabalhista proposta por Javier Milei, que agora retorna ao Senado para sanção final.
O projeto visa modernizar as relações de trabalho, mas gera controvérsias, incluindo a redução de direitos para trabalhadores doentes e novas regras para greves.
Protestos massivos ocorreram em Buenos Aires durante a votação, resultando em confrontos com a polícia e uma greve geral convocada pela Confederação Geral do Trabalho.
A CGT, maior central sindical da Argentina, realiza uma greve geral de 24 horas contra a reforma trabalhista proposta pelo presidente Javier Milei.
O governo argentino reconhece a possibilidade de repressão a protestos nas imediações do Congresso e declarou que suas forças agirão diante de atos de violência.
Diversos voos entre Brasil e Argentina foram cancelados ou remarcados, afetando 31 mil passageiros devido à adesão à greve pelos sindicatos.