Janja da Silva, primeira-dama do Brasil, afirma que críticas sobre sua suposta fama de 'gastadeira' são resultado de 'misoginia pura'.
Ela defende que suas viagens internacionais são necessárias para a segurança, já que realiza compromissos oficiais e precisa viajar em classe executiva.
Janja também pediu a aprovação de propostas para criminalizar a misoginia e destacou seu papel ativo como primeira-dama, alegando que nunca houve alguém na posição que trabalhasse efetivamente antes.
Janja, a primeira-dama, respondeu ao pastor Silas Malafaia, que minimizou suas reuniões com mulheres evangélicas, chamando-as de 'insignificantes'.
Ela afirmou que Malafaia é o insignificante e destacou a importância de ouvir todas as mulheres, independentemente do número de participantes em suas reuniões.
O incidente ocorreu durante um encontro do PT para evangélicos, como parte da estratégia de Janja de se aproximar do setor religioso.