Levantamento revela que oito oficiais da PM do Rio, acusados de crimes como tortura e homicídio, se mantiveram na corporação.
Processos administrativos prescreveram devido a recursos judiciais, garantindo a permanência e promovendo seis deles.
A morosidade na tramitação dos Conselhos de Justificação é criticada por especialistas, que defendem maior agilidade e rigor na avaliação de oficiais condenados.
A morte da capitã Michele Leão Azevedo, de 41 anos, e a prisão do sargento Eduardo Abner, suspeito de feminicídio, reacenderam o debate sobre a fiscalização na Polícia Militar de Minas Gerais.
A PMMG está estudando a implementação de exames toxicológicos ao longo da carreira dos policiais, após sugestões do porta-voz Rafael Veríssimo.
Eduardo, que estava com Michele na noite anterior à sua morte, confessou o uso de ecstasy, o que levantou preocupações sobre possíveis influências e seu histórico de violência.
Sargento da Polícia Militar de Minas Gerais, Eduardo Abner, foi preso suspeito de matar sua esposa, capitã Michele Leão, e tem um histórico de agressões contra duas ex-namoradas.
O sargento foi expulso e reintegrado à corporação após uma decisão judicial, apesar de ter sido acusado de inconsistências em seu histórico ao ingressar na polícia.
A defesa do sargento pede cautela e espera que as investigações sejam feitas de maneira imparcial, afirmando que todas as circunstâncias serão esclarecidas.
A capitã da Polícia Militar, Michele Leão Azevedo, foi morta pelo sargento Eduardo Abner Pereira de Oliveira, seu companheiro, e será velada e sepultada nesta quarta-feira (22).
O sepultamento está previsto para as 16h no Cemitério da Paz, após a despedida na Funerária Dom Bosco, no bairro Lagoinha.
O sargento, que já tinha um histórico de agressões, foi preso em flagrante e alegou que a morte foi consequência de um acidente durante uma prática consensual entre o casal.
O julgamento de três policiais militares acusados pela execução de Vinícius Gritzbach foi cancelado devido a uma confusão entre a defesa e o promotor durante a sessão.
O juiz decidiu suspender o júri após o abandono do plenário por parte de advogados dos réus, e o Tribunal de Justiça comunicou que uma nova data será agendada.
Gritzbach, delator do PCC, foi assassinado em 2024 e a defesa dos PMs questiona a confiabilidade das provas apresentadas contra eles.