O cabo da Polícia Militar Rayllan Machado Carino foi morto a tiros em São Gonçalo, no Rio de Janeiro.
O crime ocorreu nas proximidades do Partage Shopping, logo após o policial sair da academia.
Os autores dos disparos, que estavam em um carro T-Cross marrom, conseguiram escapar e a investigação está a cargo da Delegacia de Homicídios de Niterói.
O policial militar Vinicius Costa Silva foi preso durante o velório da esposa, Larissa da Cruz Morata, suspeito de sua morte.
Larissa foi encontrada morta em uma residência com um tiro na cabeça, ao lado de uma arma pertencente ao marido, que alega que ela cometeu suicídio.
A família de Larissa contesta a versão do policial, mencionando que ela havia enviado uma mensagem sobre separação algumas horas antes de ser encontrada morta.
A Polícia Militar do Rio prendeu um operário de drone no bairro Pantanal que trabalhava para a facção criminosa TCP, monitorando policiais e rivais.
Júlio Luan da Silva Martins, de 22 anos, recebia R$ 1,2 mil por semana e afirmou que usava o drone para informar a movimentação policial.
Martins revelou que havia pelo menos outros três operadores de drone na área, indicando um esquema organizado de vigilância para confrontar o Comando Vermelho.
A Polícia Militar do Rio de Janeiro iniciou uma operação no Complexo de Israel, resultando no fechamento temporário da Avenida Brasil devido a intensos confrontos.
Durante a operação, um homem foi morto em troca de tiros e um motorista de ônibus foi atingido por uma bala perdida, mas não corre risco de vida.
Equipes da PM encontraram barricadas e carros-bomba prontos para detonação, os quais foram removidos com segurança.
Levantamento revela que oito oficiais da PM do Rio, acusados de crimes como tortura e homicídio, se mantiveram na corporação.
Processos administrativos prescreveram devido a recursos judiciais, garantindo a permanência e promovendo seis deles.
A morosidade na tramitação dos Conselhos de Justificação é criticada por especialistas, que defendem maior agilidade e rigor na avaliação de oficiais condenados.
A morte da capitã Michele Leão Azevedo, de 41 anos, e a prisão do sargento Eduardo Abner, suspeito de feminicídio, reacenderam o debate sobre a fiscalização na Polícia Militar de Minas Gerais.
A PMMG está estudando a implementação de exames toxicológicos ao longo da carreira dos policiais, após sugestões do porta-voz Rafael Veríssimo.
Eduardo, que estava com Michele na noite anterior à sua morte, confessou o uso de ecstasy, o que levantou preocupações sobre possíveis influências e seu histórico de violência.
Sargento da Polícia Militar de Minas Gerais, Eduardo Abner, foi preso suspeito de matar sua esposa, capitã Michele Leão, e tem um histórico de agressões contra duas ex-namoradas.
O sargento foi expulso e reintegrado à corporação após uma decisão judicial, apesar de ter sido acusado de inconsistências em seu histórico ao ingressar na polícia.
A defesa do sargento pede cautela e espera que as investigações sejam feitas de maneira imparcial, afirmando que todas as circunstâncias serão esclarecidas.
A capitã da Polícia Militar, Michele Leão Azevedo, foi morta pelo sargento Eduardo Abner Pereira de Oliveira, seu companheiro, e será velada e sepultada nesta quarta-feira (22).
O sepultamento está previsto para as 16h no Cemitério da Paz, após a despedida na Funerária Dom Bosco, no bairro Lagoinha.
O sargento, que já tinha um histórico de agressões, foi preso em flagrante e alegou que a morte foi consequência de um acidente durante uma prática consensual entre o casal.