Pesquisadores confirmam em laboratório a existência do gelo superiônico, uma forma teórica de gelo, sob condições extremas de pressão e temperatura.
A descoberta pode elucidar o magnetismo irregular dos planetas Urano e Netuno, revelando que esse gelo é um dos componentes internos desses gigantes de gelo.
A nova estrutura hexagonal compacta (hcp) foi identificada, mostrando-se mais estável que a forma cúbica já observada em experiências anteriores.
Cientistas detectaram um possível indício de interação de matéria escura, representando 85% da massa do universo.
A interação registrada pode ter sido causada por uma Partícula Massiva de Interação Fraca (WIMP), uma candidata à matéria escura.
O estudo, realizado com 250 cientistas de 39 instituições, analisou dados do detector LUX-ZEPLIN, que opera a quase um quilômetro e meio de profundidade.
Pesquisadores do Experimento de Matéria Escura LZ detectaram uma interação de partículas incomum em um detector a 1,6 km de profundidade na Dakota do Sul.
O evento, ocorrido em junho de 2023, gerou um clarão de luz ao colidir com o núcleo de um átomo de xenônio líquido, mas não é confirmado como uma detecção de matéria escura.
A chance de ser um acaso é de cerca de uma em 400, enquanto a física de partículas requer um resultado de 5-sigma para validá-lo como descoberta.
Cientistas do Instituto Niels Bohr recriaram o estado da matéria do início do Universo em laboratório, demonstrando um “mini Big Bang”.
O experimento no Grande Colisor de Hádrons usou núcleos leves, como oxigênio e neônio, desafiando a necessidade de núcleos pesados para gerar plasma de quarks e glúons.
A descoberta oferece novas perspectivas sobre a evolução do Universo e a interação entre física de partículas e estrutura nuclear.
O meteorito de Steinbach, encontrado na Alemanha em 1724, apresenta propriedades térmicas que desafiam a física atual.
Análises recentes revelaram que sua estrutura de tridimita mantém uma condutividade térmica constante sob variações de temperatura, questionando os modelos tradicionais da física de materiais.
Essa descoberta pode levar a inovações em tecnologias de isolamento térmico e revolucionar a ciência dos materiais, especialmente na exploração aeroespacial.
Sabrina Pasterski, física de origem cubana, é apelidada de 'nova Einstein' por seu trabalho em aproximar a teoria da relatividade da física quântica.
Começou sua trajetória em uma escola pública de Chicago, passando por instituições renomadas como MIT e Harvard, além de estágios na NASA e Blue Origin.
Atualmente, lidera pesquisas no Instituto Perimeter no Canadá, focando em holografia celestial e novas formas de descrever fenômenos do espaço-tempo.
Sabrina Pasterski, apelidada de 'Nova Einstein', está desvendando como aproximar a teoria da relatividade e da física quântica em seu trabalho no Canadá.
Com uma trajetória que começou aos 12 anos ao construir seu próprio avião, ela passou por instituições renomadas como MIT e Harvard, chamando a atenção de Stephen Hawking.
Atualmente, ela desenvolve a holografia celestial, que busca simplificar a descrição de fenômenos complexos em formato bidimensional.
A confirmação da teoria da área dos buracos negros de Stephen Hawking, proposta há 50 anos, foi celebrada por cientistas.
A colaboração LIGO-Virgo-KAGRA anunciou que a fusão de dois buracos negros em 14 de janeiro de 2025 proporcionou a evidência necessária para validar a teoria.
Avanços na tecnologia de detecção de ondas gravitacionais permitiram medições de alta precisão, apoiando pesquisas que aproximam a relatividade geral e a mecânica quântica.