• Levantamento revela que oito oficiais da PM do Rio, acusados de crimes como tortura e homicídio, se mantiveram na corporação.
  • Processos administrativos prescreveram devido a recursos judiciais, garantindo a permanência e promovendo seis deles.
  • A morosidade na tramitação dos Conselhos de Justificação é criticada por especialistas, que defendem maior agilidade e rigor na avaliação de oficiais condenados.