Gleisi Hoffmann, deputada federal e pré-candidata ao Senado, criticou Eduardo Bolsonaro, chamando seu alinhamento aos interesses americanos de 'nojento'.
A declaração foi feita após Eduardo sugerir discutir o Pix em uma mesa de negociações com os EUA, citando o Zelle como exemplo, o que para Gleisi representa uma ameaça ao sistema brasileiro.
Gleisi defendeu que o Pix é uma infraestrutura pública criada pelo Banco Central e repudiou a ideia de que seria um projeto de Bolsonaro, considerando-o uma mentira.
Eduardo Bolsonaro sugere que o sistema Zelle dos EUA poderia ser usado como argumento em negociações sobre o Pix com o governo Trump.
A declaração gerou críticas nas redes sociais, sendo acusado de submeter o Brasil aos interesses dos EUA e de comparar sistemas diferentes.
Políticos, como Gleisi Hoffmann e Simone Tebet, respondem ressaltando a importância do Pix como um sistema público e fundamental para a soberania brasileira.
O governo dos EUA criticou o Pix em um relatório, alegando que o Brasil favorece seu sistema de pagamento em detrimento das empresas americanas.
Lula e Flávio Bolsonaro se manifestaram em defesa do Pix, destacando sua relevância e origem brasileira.
O sistema de pagamento instantâneo, criado por técnicos do Banco Central, revolucionou o mercado financeiro e já movimentou trilhões de reais desde seu lançamento em 2020.
Os Estados Unidos voltaram a criticar o sistema de pagamentos instantâneo brasileiro, o Pix, mencionando-o em um relatório que lista barreiras comerciais contra empresas americanas.
O governo brasileiro, liderado por Lula, reafirma que o Pix é de propriedade nacional e que não será alterado diante das pressões externas.
Especialistas sugerem que possíveis retaliações americanas seriam mais amplas e não dirigidas exclusivamente ao Pix, enfatizando o debate sobre soberania monetária.