O advogado Nelson Wilians, com mais de 1,4 milhão de seguidores no Instagram, é alvo de uma operação contra fraude de ICMS, acusado de sonegar R$ 3,8 bilhões.
O Comitê Interinstitucional de Recuperação de Ativos (CIRA/SP) investiga seu escritório por suposta venda de créditos falsos para reduzir impostos, o que levou a 38 mandados de busca e apreensão.
No passado, Wilians já havia sido investigado pela Polícia Federal por fraudes no INSS, onde foram apreendidos bens de luxo como esculturas eróticas e carros de alto valor.
Márcio Canella, ex-prefeito de Belford Roxo e pré-candidato ao Senado, foi preso pela Polícia Federal após a apreensão de um fuzil em seu veículo durante operação contra lavagem de dinheiro.
Ele é investigado por suposta ligação com uma organização criminosa que lavou R$ 7,6 bilhões através de postos de combustíveis na Região Metropolitana do Rio de Janeiro.
Além de Canella, a Operação Unha e Carne também investiga outros alvos, incluindo um delegado e um inspetor da Polícia Civil, e resultou na apreensão de veículos de luxo.
A Polícia Federal encontrou mensagens enviadas pela irmã do Sicário a Henrique Vorcaro, pai do banqueiro, reclamando de falta de apoio financeiro e ameaçando expor a família.
Joana Mourão disse ter material comprometedor que poderia afetar a família Vorcaro e criticou a falta de apoio deles após a morte de seu irmão.
A defesa de Henrique nega envolvimento em pagamentos ilícitos, enquanto a PF investiga possíveis repasses financeiros para silenciá-la.
O delator Ricardo Siqueira Rodrigues é alvo de mandado de busca e apreensão na Operação Lava Jato, relacionada a investigações sobre o ex-governador Cláudio Castro e o Banco Master.
Rodrigues, acusado de atuar como lobista, teria intermediado questões envolvendo o Rioprevidência e o banco, além de ter um histórico com outros fundos de pensão.
A ação também envolve uma advogada que atuou no Rioprevidência e é suspeita de assinar documentos fraudulentos, ligando a gestão atual a práticas questionáveis.
Rodrigo Bacellar, ex-presidente da Alerj, foi preso pela segunda vez pela Polícia Federal por obstrução da justiça e vínculos com o crime organizado.
A prisão ocorreu em Teresópolis e foi autorizada pelo ministro Alexandre de Moraes no âmbito da Operação Unha e Carne III.
Bacellar já havia sido preso anteriormente, em dezembro de 2025, e sua defesa pretende contestar a nova prisão, alegando que ele estava cumprindo as medidas cautelares impostas.