Cientistas da Universidade de Oxford estão desenvolvendo uma nova vacina contra o Ebola, com previsão de início de testes clínicos em dois a três meses.
A OMS elevou o risco do surto na República Democrática do Congo para 'muito alto', registrando 750 casos e 177 mortes até o momento.
A vacina utiliza tecnologia semelhante à da vacina contra a Covid-19, com produção em larga escala prevista pelo Serum Institute da Índia assim que os testes forem concluídos.
A OMS declarou um nível máximo de alerta devido ao surto de Ebola na República Democrática do Congo e em Uganda, caracterizando uma emergência de saúde pública internacional.
O surto atual é causado pela variante Bundibugyo, para a qual não existem vacinas ou tratamentos específicos, com 246 casos e 80 mortes suspeitas na RDC até o momento.
Historicamente, essa é a nona vez que a OMS faz tal declaração, indicando a gravidade da situação e a necessidade de mobilização internacional para conter a propagação do vírus.
A OMS confirmou a presença da cepa 'Andes' do hantavírus em um surto em um cruzeiro de luxo onde houve três mortes e vários doentes.
A transmissão do vírus, normalmente associada a roedores, pode ter ocorrido de pessoa para pessoa a bordo do navio, uma situação rara.
O governo das Ilhas Canárias está contra receber o navio afetado, enquanto o rastreamento de contatos da infecção está em andamento com 62 casos identificados.