Cientistas americanos implantaram tecido cerebral humano em ratos, que conseguem andar e se comportar normalmente.
A técnica pode revolucionar o estudo de doenças neurológicas como esquizofrenia e epilepsia, permitindo pesquisas em modelos vivos.
Ratos apresentaram um aumento significativo do tecido humano e os neurônios humanos interagiram com o sistema nervoso, mostrando atividade elétrica organizada.
Pesquisas indicam que a lua cheia pode afetar modestamente o sono, fazendo com que as pessoas durmam cerca de 20 minutos a menos e demorem mais para adormecer.
A influência da lua sobre a saúde mental é incerta; mesmo que a perda de sono possa afetar pessoas vulneráveis, evidências de crises psiquiátricas vinculadas às fases lunares são fracas.
Apesar da luz da lua poder interromper nosso sono, a iluminação artificial tem um impacto ainda maior, tornando a compreensão dos ritmos circadianos essencial para melhorar a qualidade do sono.
Lito Sousa, influenciador e especialista em aviação, foi diagnosticado com a rara doença Creutzfeldt-Jakob (DCJ), que é progressiva e fatal.
A maioria dos casos da doença é esporádica, dificultando o diagnóstico, que pode incluir sintomas como perda de coordenação motora, memórias e alterações nos distúrbios de linguagem.
Embora não haja cura, pesquisadores da Universidade de Harvard estão testando uma terapia experimental que utiliza RNA de interferência pequeno para tratar doenças priônicas, incluindo a DCJ.
Michelle Bolsonaro foi internada para realizar um bloqueio anestésico dos nervos cranianos devido a um quadro persistente de cefaleia.
O procedimento teve como objetivo interromper temporariamente a transmissão da dor ao sistema nervoso central e foi realizado após a resistência aos medicamentos.
Após o bloqueio, Michelle teve alta hospitalar com uma resposta satisfatória ao tratamento.
Um estudo recente publicado na revista *Science* revela que memórias ruins podem criar dificuldades para um sono reparador.
Pesquisadores chineses identificaram que emoções negativas interferem na profundidade do sono, ativando áreas do cérebro que mantêm a vigília.
Especialistas alertam que experiências estressantes acumuladas podem levar a distúrbios como insônia crônica, destacando a importância de cuidar da saúde mental.
Cientistas mapeiam o cérebro de camundongos cantores, revelando que pequenas mudanças neurais podem gerar comportamentos vocais complexos.
A pesquisa sugere que a mesma mutação que permitiu a conversação nos camundongos pode estar ligada ao desenvolvimento da linguagem humana.
Estudos anteriores não haviam encontrado diferenças significativas entre camundongos cantores e não cantores, desafiando a ideia de que circuitos neurais especializados são necessários para a comunicação.