Stavros Floros, ex-participante do Survivor Grécia, está processando os produtores do reality por US$ 100 milhões após perder parte da perna esquerda em um acidente.
O incidente ocorreu em 11 de maio, quando Floros foi atingido pela hélice de um barco turístico durante as gravações na República Dominicana.
Ele ficou internado por 61 dias, teve várias cirurgias e a produtora alega que prestou assistência, enquanto o caso está sob investigação.
A empresa de saúde admitiu ter confundido os exames de Diego Maradona com os de seu pai, resultando na suspensão do julgamento contra sete profissionais de saúde.
O erro se deu por ambos compartilharem o nome Diego, o que pode ter contribuído para a confusão em seus registros médicos.
O tribunal determinará a responsabilidade dos réus pela morte de Maradona, que faleceu em 2020 devido a complicações médicas.
Linda Blair, a famosa atriz de 'O Exorcista', mantém um abrigo para animais na Califórnia, que foi revistado por autoridades após denúncias de vizinhos.
No rancho da artista, foram encontrados 251 cães, e investigações sobre a condição dos animais estão em andamento.
A polícia declarou que não encontrou sinais de maus-tratos, mas a licença do abrigo de Linda expirou, e ela não respondeu a várias tentativas de contato dos órgãos responsáveis.
Quatro pessoas foram indiciadas pela Polícia Civil pelo homicídio de Maria Eduarda Rodrigues, que caiu de 40 metros durante um salto de rope jump sem cordas de segurança.
O Ministério Público de São Paulo apresentou denúncias por homicídio qualificado, e todos os acusados permanecem presos.
O acidente ocorreu em junho de 2026 e as investigações indicam negligência na segurança e irresponsabilidade na condução da atividade.
Justiça de São Paulo classifica como 'negligência grosseira' a conduta de três funcionários da empresa Entre Cordas, envolvidos na morte de Maria Eduarda durante salto de rope jump.
A jovem de 21 anos caiu de uma altura de 40 metros após os funcionários não verificarem seus equipamentos de segurança, resultando em politraumatismo fatal.
Empresa não possuía autorização para realizar atividades esportivas na ponte onde ocorreu o acidente; juízes indicam risco de os suspeitos obstruírem investigações.
A morte de uma jovem durante uma atividade de rope jump suscitou um debate sobre a responsabilização criminal dos organizadores.
O professor Aury Lopes Jr. argumenta que a gravidade do resultado não justifica a classificação do caso como homicídio com dolo eventual, mas sim como culpa decorrente de negligência.
Ele critica a decretação de prisão preventiva e defende que a discussão deve se manter no campo técnico da teoria do delito, sem confundir crime culposo com doloso pela gravidade da situação.