Robson Cardoso, um analista de tecnologia de 35 anos, recebeu um alerta de frequência cardíaca elevada de seu relógio inteligente.
Sem sintomas aparentes, ele buscou atendimento médico em São José do Rio Preto, onde os médicos confirmaram fibrilação atrial com 160 batimentos por minuto.
Após um dia internado na UTI, Robson segue em acompanhamento com um cardiologista e está em tratamento com medicamentos para controlar a condição.