O número de migrantes mortos na tentativa de entrada em massa em Ceuta aumentou para 72, conforme balanço divulgado pelo governo local.
A maioria das quase 60 mil pessoas que entraram no exclave já retornou ao Marrocos, após a crise migratória sem precedentes.
A Espanha enfrenta pressão internacional devido à sua política migratória, com críticas de aliados europeus e uma reunião da União Europeia marcada para abordar a situação.
Milhares de migrantes cruzaram a fronteira entre Marrocos e Ceuta, enquanto enfrentam uma grave crise humanitária.
Cerca de 60 mil pessoas atravessaram a fronteira em apenas 24 horas, mas muitas retornaram devido às condições precárias em Ceuta.
A situação gerou caos na cidade, com comercios fechados e serviços de saúde sobrecarregados, enquanto autoridades marroquinas tentam conter a situação.
A União Europeia convocou uma reunião de emergência para discutir a crise migratória em Ceuta, marcada para a próxima terça-feira, após a chegada massiva de imigrantes marroquinos.
O primeiro-ministro espanhol, Pedro Sánchez, criticou a suspensão do Acordo de Schengen com a Itália e defendeu a resposta coordenada da UE.
A situação em Ceuta está se normalizando, com a maioria dos imigrantes retornando ao Marrocos, mas as autoridades locais ainda expressam preocupações de segurança.
Um estudo revela que o ambiente em que aves migratórias crescem afeta suas escolhas de migração para o inverno.
Pesquisadores realizaram uma troca de ovos entre ninhos na Holanda e na Suécia para observar o comportamento dos pássaros.
Os resultados mostram que fatores genéticos e ambientais influenciam o destino migratório das aves, contradizendo a crença de que apenas a genética decide o trajeto.