O número de migrantes mortos na tentativa de entrada em massa em Ceuta aumentou para 72, conforme balanço divulgado pelo governo local.
A maioria das quase 60 mil pessoas que entraram no exclave já retornou ao Marrocos, após a crise migratória sem precedentes.
A Espanha enfrenta pressão internacional devido à sua política migratória, com críticas de aliados europeus e uma reunião da União Europeia marcada para abordar a situação.
Milhares de migrantes cruzaram a fronteira entre Marrocos e Ceuta, enquanto enfrentam uma grave crise humanitária.
Cerca de 60 mil pessoas atravessaram a fronteira em apenas 24 horas, mas muitas retornaram devido às condições precárias em Ceuta.
A situação gerou caos na cidade, com comercios fechados e serviços de saúde sobrecarregados, enquanto autoridades marroquinas tentam conter a situação.
Mais de 48 mil imigrantes deixaram Ceuta, na Espanha, até a tarde de sexta-feira, segundo o Ministério do Interior.
A situação na fronteira gerou alerta na Europa, levando líderes da UE a exigir controle da situação por parte da Espanha.
O primeiro-ministro Pedro Sánchez afirmou que a travessia em massa é uma violação da soberania territorial e anunciou a repatriação dos que entraram ilegalmente.
A polícia espanhola utilizou bombas de gás para afastar imigrantes que tentavam entrar em Ceuta, cidade autônoma da Espanha, após um grande fluxo de migrantes do Marrocos.
Cerca de 60 mil migrantes chegaram a Ceuta em 24 horas, muitos enfrentando a travessia perigosa que resultou na morte de ao menos 34 pessoas.
Autoridades marroquinas também tentaram conter a situação usando caminhões de água, mas a crise continua com um fluxo intenso de tentativas de entrada na cidade.
O governo da Espanha vai enviar 60 militares para Ceuta, no norte da África, para apoiar a polícia local após a chegada em massa de imigrantes do Marrocos.
Mais de 2 mil jovens atravessaram o estreito de Gibraltar a nado, sobrecarregando as forças de segurança espanholas, que desistiram de intervir durante a chegada.
Espanha e Marrocos firmaram acordo para revisar medidas de retorno imediato de imigrantes que entraram ilegalmente no país.