O Conselho Superior do MPF abriu um procedimento para investigar mensagens do ex-banqueiro Daniel Vorcaro que mencionam o procurador-geral Paulo Gonet em relação ao caso Banco Master.
O pedido para designar um subprocurador foi feito por deputados do Novo, que buscaram agilidade na distribuição do caso ao relator Francisco de Assis Sanseverino.
A investigação não implica automaticamente em suspeição de Gonet, mas levanta questões institucionais por envolver interlocuções com sua família.
A Operação Jogo de Sombras, deflagrada pelo MPF e Receita Federal, investiga um grupo de apostas suspeito de movimentar R$ 5 bilhões.
O alvo da operação é a NSX Brasil, dona da BetNacional, que é suspeita de criar uma empresa de fachada em Curaçao para burlar a regulamentação brasileira.
A Receita Federal instaurou 11 procedimentos fiscais e estima recuperar cerca de R$ 300 milhões em tributos sonegados.
O MPF mudou sua posição e agora solicita a perda do cargo do ministro do STJ, Marco Buzzi, acusado de assédio sexual por duas mulheres.
Anteriormente, o MPF havia sugerido a aposentadoria compulsória como pena máxima, mas isso foi alterado com a recente mudança do CNJ, que optou pela disponibilidade com proposta de perda do cargo.
O julgamento de Buzzi, que está afastado desde fevereiro, envolve duas acusações de assédio, uma delas ocorrida durante um banho de mar, e sua defesa nega todas as alegações.
O Ministério Público Federal (MPF) questiona decisão do STF sobre aposentadoria compulsória de juízes.
A subprocuradora Elizeta Ramos afirma que a questão deve ser debatida no plenário, argumentando que a decisão de Flávio Dino transferiu função do Legislativo para o Judiciário.
O MPF aponta riscos à separação de poderes e à competência do STF, considerando a liminar uma interferência indevida na legislação.
Daniel Vorcaro, controlador do Banco Master, teve acesso antecipado a investigações sigilosas do MPF meses antes de sua ordem de prisão.
Mensagens indicam que documentos confidenciais foram enviados a Vorcaro por um aliado, envolvendo irregularidades na negociação com o Banco de Brasília.
A Polícia Federal investiga um possível vazamento da ordem de prisão, com indícios de acesso ilegal a sistemas de órgãos públicos por colaboradores do banqueiro.
O Ministério Público Federal (MPF) abriu um inquérito para investigar o Big Brother Brasil 26 por potenciais práticas de tortura e tratamento desumano.
O inquérito foi motivado por episódios críticos da temporada, como crises de saúde de participantes e as condições do Quarto Branco.
O MPF enfatiza que as condições de confinamento e alimentação expuseram os participantes a riscos, e destaca que a produção de entretenimento não justifica violações de direitos fundamentais.