Ed Sheeran enfrenta controvérsia após a saída do rapper Macklemore da turnê devido a um discurso pró-Palestina durante um show de abertura, que chamou a atenção para a situação em Gaza.
A decisão de cancelar a participação de Macklemore foi motivada por pressões do Conselho Israelense-Americano, resultando em uma repercussão onde outros artistas também se recusaram a abrir os shows.
Tanto Macklemore quanto Ed Sheeran se manifestaram, esclarecendo que a decisão foi da promotora e expressando suas visões sobre a situação na Palestina.
A saída de Macklemore da turnê de Ed Sheeran gerou uma onda de solidariedade entre outros artistas.
Finneas, Aaron Rowe, Lukas Graham e Beoga optaram por abandonar a turnê após o cantor ter sido demitido por suas declarações a favor da Palestina.
Finneas declarou que artistas não devem ser silenciados e apoiou a luta da Palestina, enquanto outros artistas expressaram preocupações sobre a liberdade de expressão.
Ed Sheeran perdeu todos os artistas que abririam sua turnê após a expulsão de Macklemore devido a um discurso pró-Palestina.
Finneas, Aaron Rowe, Lukas Graham e a banda Beoga decidiram se afastar da turnê em apoio ao povo palestino, enfatizando a importância da liberdade de expressão.
Macklemore foi expulso após fazer um breve pronunciamento durante um show, o que levou a uma petição para sua retirada e à declaração de Sheeran sobre suas visões pessoais sobre o conflito.
Macklemore foi retirado da turnê de Ed Sheeran após fazer um discurso pró-Palestina durante um show em Nova Jersey.
O artista disse 'Free Palestine' e expressou solidariedade ao povo palestino, levando a uma petição contra sua participação na turnê.
Em comunicado, Macklemore destacou que as verdadeiras vítimas são os palestinos, e revelou que a decisão resultou de pressões dos proprietários de estádios.
O Hamas anunciou a dissolução de seu governo na Faixa de Gaza, transferindo a administração para um comitê tecnocrata palestino, conforme estipulado em acordo de cessar-fogo.
A medida é vista como uma pressão sobre Israel, especialmente em meio a estagnação nas negociações mediadas pelos EUA.
Apesar da dissolução, o Hamas mantém controle firme em Gaza, e especialistas acreditam que a medida chega atrasada para influenciar a situação no terreno.
Thiago Ávila, ativista brasileiro, chegou ao Brasil após ser deportado por Israel, onde estava preso desde 29 de abril.
Durante sua detenção, ele relatou ter sofrido ameaças, tortura e isolamento extremo, conforme informado por familiares.
A prisão ocorreu durante uma missão humanitária da flotilha Global Sumud, que levava ajuda à população palestina, e foi condenada por organizações de direitos humanos e pelos governos do Brasil e Espanha.
Jibril Rajoub, presidente da Federação Palestina de Futebol, recusou apertar a mão de Basim Sheikh Suliman, vice-presidente da Federação de Israel, durante congresso da FIFA.
A vice-presidente da federação palestina, Susan Shalabi, criticou a situação, afirmando que não podem cumprimentar alguém que representa a opressão.
Após o ato simbólico, a federação palestina também recorreu à Corte Arbitral do Esporte contra a Fifa, pedindo a suspensão de clubes israelenses em assentamentos na Cisjordânia.