Cientistas na China descobriram um fóssil de um réptil marinho de 245 milhões de anos, o Austronaga minuta, com órgãos internos bem preservados.
A análise revelou que o animal tinha cerca de 60 cm, focinho estreito e era um nadador ágil, usando a cauda para propulsão.
O fóssil é notável pela preservação do sistema digestivo, que é o mais antigo conhecido de qualquer réptil, e contém restos de alimentos identificáveis.
Pesquisadores do Museu de História Natural de Londres reanalisaram fósseis de escorpiões e descobriram que pertencem à espécie Praearcturus gigas, o maior escorpião já reconhecido pela ciência.
Com aproximadamente um metro de comprimento, P. gigas viveu há 415 milhões de anos na Grã-Bretanha e apresenta características anatômicas que a classificam como escorpião primitivo, ao invés de crustáceo.
Apesar das descobertas, a classificação ainda gera debate entre especialistas, com algumas estruturas associadas a escorpiões não identificadas nos fósseis analisados.
Uma nova análise de fósseis revelou a existência de um escorpião pré-histórico, chamado Praearcturus gigas, que alcançava quase 1 metro de comprimento.
A descoberta ajuda a compreender a evolução dos artrópodes gigantes que habitaram o planeta há 415 milhões de anos e sugere que formas de vida de grande porte se desenvolveram antes do esperado.
Os restos fossilizados, inicialmente interpretados como crustáceos, mostraram que o P. gigas tinha características típicas de escorpiões e possivelmente levava uma vida parcialmente aquática.
Cientistas descreveram como seria o Praearcturus gigas, o maior escorpião já conhecido, que viveu há 415 milhões de anos na Grã-Bretanha.
O estudo, publicado na revista Palaeontology, revelou que esse escorpião gigante tinha cerca de 1 metro de comprimento e pode ter tido um estilo de vida anfíbio.
Especialistas reexaminaram fósseis e usaram tomografias para aprender mais sobre o organismo, que foi inicialmente classificado como um crustáceo.
Polvos gigantes, medindo até 19 metros, eram os principais predadores do oceano há 100 milhões de anos.
Um estudo publicado na revista Science revela que fósseis bem preservados mostram que esses polvos tinham mandíbulas poderosas para triturar presas duras.
A pesquisa sugere que os ecossistemas marinhos do Cretáceo eram mais complexos do que se pensava, com polvos no topo da cadeia alimentar, além de tubarões e répteis marinhos.