A Hipótese da Avó, proposta em 1998, sugere que avós desempenham um papel crucial na evolução humana, cuidando dos netos e permitindo que suas filhas tenham mais filhos.
Pesquisas com populações Hadza na Tanzânia mostram que avós ativas após a menopausa aumentam a sobrevivência dos netos, contribuindo para a alimentação e cuidados.
Embora respeitada, a hipótese enfrenta críticas e é apenas uma das muitas explicações para o fenômeno da longevidade feminina, que envolve outros fatores sociais e evolutivos.
Um tubarão-da-Groenlândia, encontrado morto na costa da Irlanda, tinha mais de 150 anos, mas era considerado ainda jovem para a espécie.
Esse tubarão é o vertebrado mais longevo do planeta, podendo viver até 400 anos, e sua morte gerou oportunidades de pesquisa sobre a longevidade e biologia do animal.
Os pesquisadores realizaram uma necropsia no tubarão, revelando características fascinantes, como olhos adaptados para baixa luminosidade e um sistema cardíaco resiliente ao envelhecimento.
Pesquisadores de Harvard desenvolveram um relógio biológico que estima a longevidade humana e animal, baseado em sinais genéticos comuns.
O estudo analisou mais de 11.000 transcriptomas para identificar padrões de envelhecimento em diferentes mamíferos, incluindo humanos.
Com novas descobertas, esses relógios transcriptômicos podem prever a mortalidade com precisão, oferecendo insights para tratamentos anti-envelhecimento.
Pesquisadores da Universidade de Rochester transferiram um mecanismo biológico do rato-toupeira-pelado para camundongos, aumentando sua longevidade em cerca de 4,4%.
O estudo, publicado na revista Nature, destacou o gene relacionado à produção de ácido hialurônico como chave para a resistência ao câncer e ao envelhecimento.
Apesar do modesto aumento na expectativa de vida, os cientistas veem a pesquisa como um marco para futuras adaptações evolutivas que podem beneficiar a saúde humana.