Uma loja de capinhas de celular no Rio de Janeiro movimentou R$ 47 milhões em recursos ilícitos, conforme investigações da Polícia Civil.
A operação, chamada Hawala, resultou na prisão de 10 pessoas, incluindo a proprietária da loja e um empresário libanês apontado como chefe da organização.
O esquema envolvia compra de produtos no exterior, disfarçando recursos de tráfico como lucro comercial, e agora a polícia investiga possíveis ligações com o terrorismo internacional.
Márcio Canella, ex-prefeito de Belford Roxo e pré-candidato ao Senado, foi preso pela Polícia Federal após a apreensão de um fuzil em seu veículo durante operação contra lavagem de dinheiro.
Ele é investigado por suposta ligação com uma organização criminosa que lavou R$ 7,6 bilhões através de postos de combustíveis na Região Metropolitana do Rio de Janeiro.
Além de Canella, a Operação Unha e Carne também investiga outros alvos, incluindo um delegado e um inspetor da Polícia Civil, e resultou na apreensão de veículos de luxo.
Empresário Victor Shimada é alvo de sanções dos EUA por suposta conexão com o PCC e esquema de lavagem de dinheiro.
Investigação revela que sua empresa, Victory Trading, movimentou recursos ilícitos, suspeitos de serem ligados a atletas e influenciadores, como Buzeira.
Embora não haja evidências diretas de ligação ao PCC, Shimada é visto como parte de uma rede financeira complexa utilizando criptomoedas.
O governo brasileiro expressa preocupação com as sanções dos EUA a dois brasileiros e três empresas ligadas ao PCC, destacando riscos ao sistema financeiro.
As sanções, que incluem bloqueio de bens, foram impostas devido a suposta lavagem de dinheiro envolvendo criptomoedas e tráfico internacional.
A secretária nacional de Justiça defende a cooperação entre Brasil e EUA, observando que as investigações foram facilitadas por informações brasileiras.
Deolane Bezerra, influenciadora e advogada, foi tornada ré em um esquema de lavagem de dinheiro ligado ao PCC, com planos de transferir ativos para Dubai.
A investigação revelou que ela movimentou R$ 27 milhões de uma transportadora controlada pela facção e utilizou técnicas de lavagem, como a pulverização de depósitos.
A Justiça decidiu pelo sequestro de bens de luxo da influenciadora, incluindo carros de alto valor, enquanto sua defesa insiste na inocência e na origem lícita de seus rendimentos.
Na manhã desta quinta-feira (28), foi deflagrada a Operação Fluxo Oculto, um desdobramento da Carbono Oculto, com o objetivo de investigar fraudes, sonegação fiscal e lavagem de dinheiro no setor de combustíveis, envolvem o PCC.
A operação envolve o Gaeco, Receita Federal, ANP, Secretaria da Fazenda de SP e conta com apoio da Polícia Militar e Civil, visando identificar organizações criminosas que utilizam fintechs e empresas de fachada para movimentar recursos ilícitos.
O foco da investigação inclui o desvio de nafta petroquímica, que estava sendo ilegalmente direcionada para postos e distribuidoras, resultando em uma estimativa de R$ 200 milhões em tributos sonegados em dois anos.
O ministro Flávio Dino rejeitou o pedido de prisão domiciliar de Deolane Bezerra, afirmando não ver ilegalidade que justificasse a liberdade da empresária.
A influenciadora foi presa sob acusações de envolvimento com o Primeiro Comando da Capital (PCC) e lavagem de dinheiro, recebendo depósitos fracionados em sua conta.
Deolane é considerada pela polícia uma espécie de 'caixa do crime organizado', com um patrimônio estimado em 100 milhões de reais e mais de 21 milhões de seguidores no Instagram.