O documento da Polícia Federal revela 74 ligações entre o senador Jaques Wagner e o ex-sócio do Banco Master, Augusto Ferreira Lima, totalizando mais de cinco horas de conversa.
As investigações, parte da operação Compliance Zero, levantam suspeitas sobre pagamentos de propina ao senador e seu envolvimento em esquemas de aquisição de imóveis.
Jaques Wagner afirma estar tranquilo e confiante de que provará sua inocência, apesar das novas revelações sobre seu relacionamento com o banqueiro.
O ministro André Mendonça do STF tornou públicas as investigações sobre o senador Jaques Wagner, relacionadas a fraudes no Banco Master.
Mendonça destacou o risco de vazamento de informações após o pedido de audiência de Wagner coincidir com representações da Polícia Federal.
A operação Compliance Zero, que investiga as fraudes no Banco Master, já resultou em várias prisões e apreensões desde sua deflagração em novembro de 2025.
A defesa do senador Jaques Wagner acionou o STF para barrar a 9ª fase da operação Compliance Zero, da Polícia Federal.
O advogado afirma que a busca e apreensão foi um equívoco baseado em informações erradas, defendendo que Wagner nunca favoreceu o Banco Master.
Também foi mencionado que os valores encontrados têm origem lícita e o senador se posicionou contra medidas que beneficiariam a instituição financeira investigada.
Jaques Wagner, senador do PT-BA, é alvo de investigação da Polícia Federal por suspeita de recebimento de propina do ex-sócio do Banco Master.
O Palácio do Planalto desaprovou a defesa de Wagner utilizando a confiança de Lula, que alertou o senador sobre a necessidade de se defender publicamente.
Apesar de negar as acusações, a situação de Wagner se torna insustentável antes das eleições, o que pode levar à sua saída do cargo.
Jaques Wagner, líder do governo no Senado, criticou a PEC da Anistia, apontando que ela é uma ameaça à democracia brasileira.
Ele destacou que a proposta pode incentivar novos ataques contra instituições democráticas, citando os eventos de 8 de janeiro de 2023.
O debate sobre a PEC voltou ao Congresso, com opositores defendendo a anistia como forma de pacificação política, enquanto aliados de Bolsonaro argumentam que isso comprometeria a responsabilização dos envolvidos.