O Datafolha divulgará a primeira pesquisa eleitoral para presidente nas eleições de 2026, com a inclusão de Pablo Marçal, que registrou sua candidatura no último minuto do prazo.
A candidatura dele foi considerada inviável devido a mudanças partidárias e questões judiciais, incluindo a inelegibilidade até 2032, mas obteve uma liminar que permitiu seu retorno ao PRTB.
A pesquisa apresentará cenários com e sem Marçal, e o Tribunal Superior Eleitoral ainda deve decidir sobre a validade de sua candidatura até 14 de setembro.
O Ministério Público Eleitoral solicitou ao TSE que rejeite a candidatura de Pablo Marçal à presidência e que o impeça de participar de debates.
A PGE aponta inelegibilidade de Marçal até 2032 devido a uma condenação por uso indevido de comunicação em 2024 e dúvidas sobre sua filiação ao PRTB.
A defesa de Marçal conseguiu uma liminar que reconhece sua filiação ao PRTB, mas a PGE questiona o cumprimento dos prazos exigidos pela legislação eleitoral.
Pablo Marçal, empresário e influenciador, foi anunciado como candidato à Presidência pelo PRTB, apesar de estar inelegível até 2032.
Sua candidatura foi viabilizada por uma liminar que permitiu sua filiação ao partido, mas a aprovação final depende do TSE.
Especialistas afirmam que as chances de sua candidatura serem aceitas são quase inexistentes, devido a condenações anteriores relativas às eleições municipais.
A Justiça do Rio decidiu que Anthony Garotinho deve cumprir a sentença por improbidade administrativa, comunicando a suspensão de seus direitos políticos ao TSE e TRE.
O juiz Ricardo Cyfer argumenta que não cabe a ele decidir sobre a inelegibilidade, que será avaliada pela Justiça Eleitoral.
A condenação se refere a irregularidades em um programa de saúde do governo do estado entre 2005 e 2006, resultando em desvio de recursos públicos e responsabilização de Garotinho.
Gilmar Mendes, do STF, pediu vista e suspendeu o julgamento sobre a flexibilização da Lei da Ficha Limpa.
Cármen Lúcia, relatora, posicionou-se contra as mudanças, alegando que promovem um retrocesso social e ético.
As novas regras poderiam permitir que políticos recuperassem direitos antes mesmo de cumprirem suas penas, afetando ex-governadores como Garotinho e Arruda.