Julio Casares, ex-presidente do São Paulo, quebrou seu silêncio em entrevista exclusiva e negou as acusações de desvios de recursos financeiros e uso irregular do cartão corporativo.
Ele afirmou que as alegações são absurdas e que não possui responsabilidade sobre o controle de dinheiro do clube, além de declarar que restituirá todas as despesas pessoais realizadas com o cartão.
O ex-dirigente enfrenta um processo de impeachment e deixará a decisão final nas mãos do Conselho Deliberativo do clube, que irá avaliar os desdobramentos da situação.
Um grupo de conselheiros e associados do Corinthians protocolou um novo pedido de impeachment contra o presidente Osmar Stabile, alegando irregularidades na administração.
O documento cita contratações problemáticas, incluindo a Mega Assessoria Operacional e a Bear Security Ltda., que teriam violado normas estatutárias e legais.
Os autores do pedido pedem auditoria independente e que o Conselho Deliberativo processe seus pedidos, destacando a pressão sobre a atual gestão do clube.
O pré-candidato à presidência, Flávio Bolsonaro, acredita que o Senado será mais favorável a impeachment de ministros do STF a partir de 2027.
Durante uma entrevista, ele justificou a escolha de Carlos Bolsonaro e Carol de Toni para concorrer ao Senado na chapa do governador Jorginho Mello.
Flávio destaca que o perfil do Senado influenciará a escolha dos eleitores nas próximas eleições, considerando a possibilidade de impeachment um fator crucial na decisão.
Davi Alcolumbre sinaliza à oposição que pode pautar o impeachment de ministros do STF em troca de apoio à sua reeleição como presidente do Senado.
Alcolumbre se preocupa com sua sucessão e tem dialogado com senadores oposicionistas sobre propostas, incluindo a derrubada de vetos ao PL da dosimetria.
Em meio a negociações, o presidente do Senado mantém os pedidos de impeachment em sua mesa, mas não descartou abri-los caso seja reeleito em fevereiro de 2027.