O Conselho Federal da OAB pediu ao presidente do STF que o procurador-geral Paulo Gonet não atue pessoalmente em um caso envolvendo interações entre o ministro Alexandre de Moraes e o ex-banqueiro Daniel Vorcaro.
A solicitação foi aprovada em reunião extraordinária da OAB e argumenta que a situação de Gonet é peculiar devido a manifestações anteriores da PGR sobre o processo.
A OAB também requisitou o acesso a documentos relacionados à crise e a abertura de investigações sobre eventuais crimes, conforme decisões em andamento no STF.
O ministro Alexandre de Moraes enfrenta uma série de revelações que comprometem sua posição no STF, revelando contratos milionários e ligações diretas com um investigado.
Noticiários de grande circulação clamam pela renúncia de Moraes, destacando a gravidade das evidências apresentadas, que incluem edições pessoais em contratos.
O clima político se intensifica, com pedidos de impeachment ganhando força no Congresso e um consenso incomum entre veículos de imprensa em relação à situação do ministro.
A divulgação de mensagens entre Daniel Vorcaro, Alexandre de Moraes e Paulo Gonet resultou em mais de 7 pedidos de impeachment contra essas autoridades.
O senador Carlos Viana protocolou o primeiro pedido de impeachment contra Moraes, citando o contrato entre Vorcaro e o escritório da esposa do ministro.
Deputados também apresentaram acusações de crime de responsabilidade contra Gonet, solicitando seu afastamento cautelar para preservar a credibilidade do Ministério Público Federal.