A apuração dos votos no Peru revela uma disputa apertada entre Keiko Fujimori e Roberto Sánchez, com Fujimori tendo uma vantagem que parece insuperável.
Roberto Sánchez, do Juntos por el Perú, continua a rejeitar os resultados, convocando uma resistência e protestos, mesmo sem apresentar provas de fraude.
A controvérsia em torno da votação no exterior e o atraso na proclamação oficial dos resultados geram incertezas sobre a transferência de poder marcada para 28 de julho.
A diferença de votos entre Keiko Fujimori e Roberto Sánchez nas eleições presidenciais do Peru continua diminuindo, com Fujimori liderando por apenas 13.131 votos.
As contagens de áreas rurais estão favorecendo Sánchez, que busca encerrar a instabilidade política, onde nenhum presidente completou um mandato nos últimos dez anos.
A eleição reflete uma crise de legitimidade, com eleitores optando por candidatos que consideram o 'menos pior'.