Os Estados Unidos anunciaram uma nova tarifa adicional de 25% sobre produtos brasileiros a partir de 22 de julho, que afetará principalmente bens industriais e alguns produtos agrícolas.
Produtos como petróleo bruto, café, carne bovina e aeronaves ficaram fora da nova cobrança, enquanto máquinas industriais, pneus e açúcar serão tarifados.
A medida resulta de uma investigação comercial e pode acumular com a tarifa global de 10%, mas ainda não está claro como será aplicada.
O governo Lula tenta mitigar o impacto das tarifas dos EUA redirecionando as exportações, mas enfrenta desafios em setores como máquinas e têxteis.
Investigações americanas propõem tarifas de 25% e 12,5% sobre produtos brasileiros, afetando significativamente a competitividade.
Apesar de um crescimento de 3,5% nas exportações para outros países, setores dependentes do mercado americano, como pescados e têxteis, sofrem perdas substanciais.
O Brasil vivencia um aumento significativo nos gastos militares, com um crescimento de 13% no último ano, superando a média global de 3%.
Joesley Batista investe R$ 300 milhões na Avibrás, empresa em recuperação judicial, ressaltando o aquecimento do setor bélico no país.
A demanda global por equipamento militar brasileiro, incluindo a recente venda de aeronaves da Embraer, sinaliza um boom no mercado armamentista nacional.
A Comissão Europeia anunciou que o Brasil está fora da lista de países autorizados a exportar produtos de origem animal para a UE a partir de setembro de 2026.
A decisão se deve às regras da UE que proíbem o uso de antibióticos para aumentar a produtividade em animais destinados à alimentação.
O Brasil poderá retomar as exportações se garantir conformidade com os requisitos europeus sobre antibióticos na produção animal.