A Arquidiocese de Brasília confirmou a excomunhão do padre Françoá Costa, ligado ao grupo ultraconservador Fraternidade Sacerdotal São Pio 10º, conforme decisão do Vaticano.
Com a excomunhão, os atos ministeriais do sacerdote são considerados ilícitos, e sacramentos administrados por ele são nulos.
Françoá Costa minimizou a excomunhão e declarou que continuará suas atividades independentemente das sanções, desafiando a atual estrutura da Igreja Católica.
O Vaticano excomungou a Fraternidade São Pio X após a ordenação de quatro bispos sem autorização do papa Leão XIV, considerando o grupo em cisma com a Igreja Católica.
A Fraternidade, que rejeita reformas do Concílio Vaticano II e defende missas em latim, anunciou que recorreu da decisão da Santa Sé, alegando que foi um ato administrativo lesivo.
Com a excomunhão, os sacramentos celebrados pelos bispos da Fraternidade são considerados inválidos, e padres e fiéis que se unirem ao grupo também estão em situação de cisma.
O padre Françoá Rodrigues Figueiredo Costa publicou um vídeo, contestando a excomunhão recebida do Vaticano, alegando que as punições são nulas.
Ele argumenta que sua adesão à Fraternidade Sacerdotal São Pio X se trata de uma 'desobediência grave', não um cisma, e defende a validade de seus atos através da 'jurisdição de suplência'.
Mesmo com as declarações da Arquidiocese de Brasília sobre a invalidação de seus sacramentos, o padre planeja continuar com as celebrações na Capela Santo Atanásio.
O Vaticano confirmou a excomunhão do padre brasileiro Françoá Rodrigues Figueiredo Costa, ligado à Fraternidade Sacerdotal São Pio X, após ordenações sem mandato pontifício.
A Arquidiocese de Brasília esclareceu que o sacerdote é considerado adherente ao movimento desde abril de 2025, tornando seus atos ministeriais ilícitos.
A Confederação Nacional dos Bispos do Brasil orientou os fiéis a evitarem a Capela Santo Atanásio para não incorrerem no mesmo cisma.
O Vaticano declarou que padres e membros da Sociedade de São Pio X estão em cisma e excomungados por ordenarem quatro bispos sem aprovação do papa Leão XIV.
O decreto da Igreja alerta que os sacramentos celebrados pelo grupo são ilícitos e que clérigos e fiéis leigos envolvidos também incorrerão na excomunhão.
A Sociedade de São Pio X rejeita ensinamentos do Concílio Vaticano II e afirma que precisa ordenar novos bispos para garantir sua continuidade.
Cerimônia de consagração episcopal de quatro novos bispos da Fraternidade São Pio X realizada em Écône foi considerada cismática pela Igreja Católica.
O Dicastério para a Doutrina da Fé decretou excomunhão automática dos bispos envolvidos por realizar a consagração sem mandato pontifício.
A nota explicativa detalha as implicações canônicas e a situação de cisma em que se encontram tanto ministros sagrados quanto fiéis leigos da Fraternidade.
O Vaticano advertiu a Fraternidade São Pio X sobre a proibição de ordenar novos bispos sem consentimento do papa Leão XIV.
A desobediência a essa ordem resultará em excomunhão tanto para o bispo consagrado quanto para o consagrador, considerada uma ruptura formal com a Igreja.
A Fraternidade, que mantém relações tensas com o Vaticano há décadas, planejava ordens de novos bispos, desafiando a única autoridade do papa nesse processo.
O Papa Leão XIV ameaçou de excomunhão a Fraternidade São Pio X caso a ordem prossiga com a consagração de novos bispos sem autorização.
O Vaticano considera que tal ato configuraria um cisma, rompendo a comunhão com a Igreja.
A Fraternidade, que rejeita as reformas do Concílio Vaticano II, afirma precisar de mais líderes religiosos, mesmo assim promove uma ruptura com a autoridade papal.