Flávio Bolsonaro experimenta uma queda acentuada nas intenções de voto, especialmente entre os evangélicos, onde seu apoio despencou de 61% para 52% em um mês.
Em contraste, Lula aumentou seu apoio entre evangélicos de 24% para 31%, aproveitando a crescente insatisfação com o atual senador.
A crise na campanha de Flávio é agravada por escândalos relacionados a corrupção e uma tentativa de censura a uma pesquisa eleitoral, que gerou críticas e descontentamento público.
Janja Lula da Silva chamou Silas Malafaia de 'insignificante' durante evento do PT em resposta a críticas do pastor sobre encontros com mulheres evangélicas.
A primeira-dama ressaltou a importância de escutar as vozes femininas, principalmente das mulheres da periferia, que enfrentam diversas dificuldades sociais.
Janja afirmou que não reconhece Malafaia como pastor e defendeu que 'toda mulher para mim é importante'.
Janja, a primeira-dama, respondeu ao pastor Silas Malafaia, que minimizou suas reuniões com mulheres evangélicas, chamando-as de 'insignificantes'.
Ela afirmou que Malafaia é o insignificante e destacou a importância de ouvir todas as mulheres, independentemente do número de participantes em suas reuniões.
O incidente ocorreu durante um encontro do PT para evangélicos, como parte da estratégia de Janja de se aproximar do setor religioso.
A pré-campanha de Flávio Bolsonaro enfrenta crise com a saída do publicitário Marcello Lopes, que ocorreu após revelações sobre sua relação com o banqueiro Daniel Vorcaro.
A insatisfação entre aliados, especialmente entre evangélicos e do setor agropecuário, se intensificou devido a um áudio em que Flávio cobra dinheiro de Vorcaro, levando a reações preocupadas entre lideranças religiosas.
A ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro surge como uma possível alternativa política se a situação de Flávio se agravar, enquanto o PL aguarda para medir os impactos da crise na candidatura.
Lideranças evangélicas reagiram positivamente à rejeição de Jorge Messias para o STF pelo Senado.
A rejeição, que ocorreu com 42 votos contra e 34 a favor, é vista como uma vitória para a Frente Parlamentar Evangélica.
Críticas à indicação de Messias foram levantadas, com a vice-presidente da bancada evangélica afirmando que a rejeição é um sinal de independência do Senado.