Astrônomos descobriram a estrela S301, que orbita o buraco negro Sagitário A* em apenas 8,7 anos.
Próxima do buraco negro, a S301 é sensível ao seu campo gravitacional, podendo revelar a velocidade de rotação do buraco negro pela primeira vez de forma direta.
A equipe de cientistas espera que novos telescópios sejam capazes de medir os movimentos da estrela, confirmando a teoria da relatividade geral de Einstein sobre buracos negros.
A Via Láctea engoliu uma galáxia anã chamada Low-energy-Kraken-Heracles há cerca de 11,8 bilhões de anos, marcando sua fusão galáctica mais antiga conhecida.
A pesquisa, conduzida por cientistas usando os telescópios Hubble e Gaia, encontrou evidências de que a fusão impulsionou a formação estelar na galáxia.
O estudo pode ajudar a responder a questões sobre a origem do nosso sistema solar e a identidade da Via Láctea em seu crescimento ao longo do tempo.
Astrônomos descobriram um fluxo estelar em uma galáxia distante, o primeiro de um aglomerado globular fora da Via Láctea, usando dados do Telescópio Espacial Hubble.
Essa descoberta, localizada a 115 milhões de anos-luz da Terra, pode ajudar a entender a formação e a evolução das galáxias, além de mapear a matéria escura.
A equipe espera que futuros telescópios ampliem a detecção de tais fenômenos no universo, oferecendo mais informações sobre a composição galáctica e os mistérios da matéria escura.
O Observatório Neil Gehrels Swift da Nasa registrou um buraco negro gigante engolindo uma estrela em uma galáxia distante, um fenômeno ainda mais raro por ocorrer longe do núcleo.
A descoberta, liderada por Robert Stein e publicada no jornal 'The Astrophysical Journal Letters', valida uma nova técnica para a busca de eventos semelhantes.
Pesquisadores observaram um clarão ultrabrilhante causado pela aproximação de uma estrela a um buraco negro supermassivo, desencadeando um evento de ruptura de maré.
A equipe de pesquisadores anunciou a descoberta de uma companheira para a estrela Betelgeuse, a superestrela da constelação de Órion.
Imagens do Very Large Telescope no Chile confirmam que Betelgeuse faz parte de um sistema binário.
Essa descoberta muda a compreensão sobre sua expectativa de vida e o potencial para uma supernova, uma vez que a interação entre as estrelas pode influenciar o tempo de explosão.
Cientistas descobriram indícios de duas estrelas de um sistema binário que explodiram em um intervalo curto, deixando nebulosas para trás.
As nebulosas Medusa e G189.6+3.3 estão a cerca de 6.000 anos-luz da Terra e resultaram da explosão de estrelas massivas, muito mais luminosas que o Sol.
O estudo fornece uma oportunidade única de entender a evolução de sistemas binários massivos e foi baseado em 16 anos de observações do Telescópio Espacial Fermi.
Estudo revela que a Nebulosa da Água-Viva e G189.6+3.3 podem ser restos de supernovas de estrelas que nasceram juntas em um sistema binário.
A pesquisa, publicada na revista 'Nature Communications', sugere que as explosões ocorreram separadamente, com G189.6+3.3 explodindo entre 20 mil e 100 mil anos antes de IC 443.
Os cientistas realizaram simulações que corroboram a possibilidade de pares de estrelas gerarem supernovas em momentos distintos, levantando novas questões sobre a evolução estelar em sistemas binários.