O Observatório Neil Gehrels Swift da Nasa registrou um buraco negro gigante engolindo uma estrela em uma galáxia distante, um fenômeno ainda mais raro por ocorrer longe do núcleo.
A descoberta, liderada por Robert Stein e publicada no jornal 'The Astrophysical Journal Letters', valida uma nova técnica para a busca de eventos semelhantes.
Pesquisadores observaram um clarão ultrabrilhante causado pela aproximação de uma estrela a um buraco negro supermassivo, desencadeando um evento de ruptura de maré.
A equipe de pesquisadores anunciou a descoberta de uma companheira para a estrela Betelgeuse, a superestrela da constelação de Órion.
Imagens do Very Large Telescope no Chile confirmam que Betelgeuse faz parte de um sistema binário.
Essa descoberta muda a compreensão sobre sua expectativa de vida e o potencial para uma supernova, uma vez que a interação entre as estrelas pode influenciar o tempo de explosão.
Cientistas descobriram indícios de duas estrelas de um sistema binário que explodiram em um intervalo curto, deixando nebulosas para trás.
As nebulosas Medusa e G189.6+3.3 estão a cerca de 6.000 anos-luz da Terra e resultaram da explosão de estrelas massivas, muito mais luminosas que o Sol.
O estudo fornece uma oportunidade única de entender a evolução de sistemas binários massivos e foi baseado em 16 anos de observações do Telescópio Espacial Fermi.
Estudo revela que a Nebulosa da Água-Viva e G189.6+3.3 podem ser restos de supernovas de estrelas que nasceram juntas em um sistema binário.
A pesquisa, publicada na revista 'Nature Communications', sugere que as explosões ocorreram separadamente, com G189.6+3.3 explodindo entre 20 mil e 100 mil anos antes de IC 443.
Os cientistas realizaram simulações que corroboram a possibilidade de pares de estrelas gerarem supernovas em momentos distintos, levantando novas questões sobre a evolução estelar em sistemas binários.
Um estudo da USP descobriu que o berílio pode indicar que estrelas engoliram planetas rochosos, propondo uma nova ferramenta para identificar esses eventos.
A pesquisa analisa as estrelas HD 129171 e HD 129209, revelando que as diferenças em sua composição química são sinal de ingestão de material de planetas.
Essa descoberta sugere que sistemas estáveis como o nosso pode ser mais raro do que se pensava, impactando a busca por vida fora da Terra.
Astrônomos revelam que misteriosos 'pontos vermelhos' vistos pelo Telescópio James Webb podem ser estrelas supermassivas do início do Universo.
Inicialmente pensados como buracos negros, esses objetos pequenos e compactos não mostram as características esperadas para galáxias típicas.
A descoberta, publicada em fevereiro na revista The Astrophysical Journal, sugere que esses pontos poderiam representar algumas das primeiras estrelas do Universo.