As investigações revelaram possíveis vínculos entre o PCC e a produtora do filme 'Dark Horse', que retrata Jair Bolsonaro.
Alex Leandro Bispo dos Santos, mencionado na investigação, é supostamente ligado ao PCC e controla uma empresa subcontratada pelo Instituto Conhecer Brasil.
A Polícia Federal e a Polícia Civil estão apurando a origem dos recursos usados na produção do filme e a vinculação com emendas parlamentares.
Flávio Dino, ministro do STF, determina a nulidade de emendas parlamentares indicadas por presidentes de partidos sem mandato.
Além disso, os presidentes do Podemos e Solidariedade têm 5 dias úteis para esclarecer sua condição sobre as emendas, sob pena de multa daily de R$ 100 mil.
A decisão resulta de investigações relacionadas à Operação Transparência, que apontam interferências indevidas na destinação de recursos parlamentares.
A auditoria do TCU revelou que R$ 6,2 milhões enviados pelo deputado Alfredo Gaspar para São José da Laje (AL) desapareceram em contas da prefeitura sem rastreabilidade.
A emenda, destinada a melhorias no município, foi transferida via Pix, tornando difícil a identificação do uso correto dos recursos.
Além disso, Gaspar está sob investigação por uma acusação de estupro de vulnerável, recebendo apoio de sua assessoria que afirma que ele não é alvo de investigação sobre o uso dos recursos públicos.
Valdemar Costa Neto, presidente do PL, afirmou que não controla as emendas parlamentares, mas faz sugestões ao ministro Flávio Dino do STF.
A declaração vem após a determinação de Dino para que dirigentes partidários expliquem seu envolvimento na gestão e distribuição de emendas.
A Polícia Federal investiga Valdemar por supostas interferências ilícitas no direcionamento de emendas, envolvendo desvios de cerca de 119 milhões de reais.
O ministro Flávio Dino, do STF, intimou lideranças de 21 partidos para esclarecer sobre a definição e distribuição de emendas parlamentares.
A investigação foca na possibilidade de dirigentes partidários manterem cotas de emendas de indicação, o que infringiria a probidade pública.
Dino enfatizou que a deliberação de emendas é exclusividade de parlamentares ativos e reforçou a necessidade de esclarecer a autorização e destinação de recursos.