A AfD (Alternativa para a Alemanha) conquistou uma votação recorde de 44% na eleição estadual de Saxônia-Anhalt.
O partido de direita superou a CDU, que obteve apenas 17,8% dos votos, resultando em uma queda significativa para a legenda do chanceler federal Friedrich Merz.
Ulrich Siegmund, líder da AfD, destaca a necessidade de uma maioria absoluta para assumir o governo, e a eleição teve uma participação recorde de 76,5%.
Gianni Infantino confirma sua candidatura à reeleição para a presidência da Fifa, apesar das crises na entidade.
A eleição ocorrerá em março de 2027, e o registro de candidaturas vai até 18 de novembro.
Infantino, que está no cargo desde 2016, enfrenta oposição interna e uma turbulência política após tentativas de vender direitos da Copa do Mundo a investidores.
O presidente do STF, Edson Fachin, adiou a análise sobre o comando do governo do Rio de Janeiro devido à falta de consenso.
A eleição indireta proposta não será retomada antes das eleições estaduais de outubro, com o desembargador Ricardo Couto permanecendo interinamente até 2027.
O STF discute se a eleição para o novo governador será direta ou indireta, com opiniões divididas entre os ministros.
Gianni Infantino completa 10 anos como presidente da Fifa, mas enfrenta críticas e retirada de apoio por algumas confederações.
A proposta de criar a Fifa Foward Enterprise foi abandonada após gerarem descontentamentos, embora algumas federações ainda apoiem a sua reeleição em 2027.
A Confederação Africana de Futebol (CAF) continua a apoiar Infantino, enquanto entidades europeias, como a Uefa, buscam uma alternativa para a presidência.
55% dos eleitores de São Paulo desaprovam o desempenho do presidente Lula, enquanto 42% o aprovam, indicando uma estabilidade em relação à pesquisa de março.
A pesquisa Datafolha mostra que 43% do público considera o governo como ruim ou péssimo, e 63% acreditam que Lula fez menos pelo estado do que esperavam.
O levantamento foi realizado entre 1º e 3 de julho com 1.608 entrevistas e apresenta uma margem de erro de 2 pontos percentuais.
O deputado Mauricio Marcon adiou a votação da PEC que encerra a escala 6x1, permitindo mais tempo para análise na comissão especial.
O relator Leo Prates e o presidente da comissão, Alencar Santana, esperam retomar a votação na quarta-feira, enquanto o presidente da Câmara, Hugo Motta, deseja que a proposta seja votada ainda esta semana.
A proposta prevê uma redução gradual da jornada de trabalho de 44 para 40 horas semanais, após acordos com o governo e ajustes para a implementação.