O fenômeno El Niño já está impactando diversas regiões do Brasil, com a expectativa de piora nos próximos meses.
Enquanto o Norte enfrenta calor intenso e seca, o Sudeste vê chuvas acima da média, e o Sul, especialmente o Rio Grande do Sul, se prepara para temporais.
Os efeitos do El Niño variam conforme a região, resultando em alagamentos em áreas como São Paulo e secas severas no Nordeste.
O fenômeno climático El Niño continua a se fortalecer, com mais de 90% de probabilidade de atingir a categoria 'muito forte' entre a primavera e o início do verão.
A temperatura da superfície do mar no Pacífico equatorial está aquecendo, especialmente próximo à América do Sul, chegando a 3,7ºC.
Projeções da NOOA indicam 75% de chance de que este El Niño supere a intensidade de eventos históricos, influenciando o clima no Brasil até 2027.
O Met Office, serviço meteorológico do Reino Unido, alertou que o El Niño em formação poderá ser o mais forte da história recente, elevando as temperaturas globais e aumentando os riscos de eventos climáticos extremos.
A combinação do El Niño com as mudanças climáticas causadas pelo homem pode fazer de 2027 o ano mais quente já registrado, com evidências de alterações climáticas já perceptíveis em várias partes do mundo.
Meteorologistas indicam que o El Niño, que deve durar até o início de 2027, impactará o clima brasileiro, favorecendo eventos extremos como secas no Norte e Nordeste e chuvas intensas no Sul e Sudeste.
O fenômeno El Niño já apresenta sinais de devastação no Brasil, com aumento das chuvas no Rio Grande do Sul, afetando mais de 84 mil pessoas em 171 municípios.
Historicamente, o Sul é a primeira região a sentir os efeitos do El Niño, que tende a intensificar secas no Norte e Nordeste, além de aumentar o risco de queimadas na Amazônia e no Cerrado.
A NOAA prevê que o El Niño de 2026 pode ser um dos mais fortes já registrados, com uma alta probabilidade de anomalias de temperatura na superfície do mar.