A Sony anunciou que encerrará a produção de discos para novos jogos de PlayStation em 2028, levando a debates intensos.
Daniel Ahmad, analista da Niko Partners, afirma que a migração para o digital era inevitável e compara a situação à retirada do drive de CD dos laptops da Apple.
Ele alerta que a discussão deve se concentrar em direitos do consumidor, como reembolsos e compartilhamento, em vez de focar apenas na mudança de formato.
A Sony anunciou que encerrará a distribuição de jogos em mídia física para o PlayStation a partir de 2028, gerando reações no Brasil.
O Procon-SP se manifestou, afirmando que a mudança para um modelo digital não é ilegal, desde que cumpra o Código de Defesa do Consumidor.
A principal preocupação do órgão envolve o direito de uso e acesso dos consumidores aos jogos adquiridos, destacando que restrições posteriores não são permitidas.
A deputada Erika Hilton protocolou um pedido na Secretaria Nacional do Consumidor para investigar o fim da produção de jogos em mídia física pelo PlayStation.
Hilton argumenta que a transição para um modelo digital pode restringir direitos dos consumidores relacionados à revenda, empréstimo e doação de jogos.
A deputada também destacou que jogos digitais atuam como licenças de uso e não como propriedade real do consumidor.
A confusão envolvendo Ed Motta e a cobrança de taxa de rolha em um restaurante do Rio gerou um intenso debate sobre a obrigatoriedade dessa taxa para os clientes.
A cobrança é legal, mas deve ser informada com clareza antes do consumo, conforme determina o Código de Defesa do Consumidor.
Se a taxa não for comunicada previamente, os clientes têm o direito de contestá-la.