Daniel Vorcaro, ex-banqueiro, contatou diretores da PF e da PGR antes de sua prisão em 2025, temendo por sua segurança.
Em documentação encontrada, Vorcaro recebeu alertas de amigos no Banco Central sobre investigações em curso, o que indicava sua tentativa de influenciar autoridades.
A investigação revela que Vorcaro vazou informações para jornalistas, obtendo acesso a detalhes sigilosos das investigações envolvendo o Banco Master.
A PGR rejeitou a segunda proposta de delação premiada de Daniel Vorcaro, fundador do Banco Master, por falta de provas robustas e compromissos em reaver valores relacionados a fraudes.
O procurador-geral, Paulo Gonet, seguiu a avaliação da Polícia Federal, que também havia rejeitado a delação anterior, considerando que Vorcaro apresentava apenas relatos de “ouvir dizer”.
O rombo ao Fundo Garantidor de Créditos (FGC) é superior a R$ 50 bilhões, e a PGR decidiu que a transferência de Vorcaro para um presídio comum depende do relator do inquérito no STF.
A tentativa de Daniel Vorcaro de negociar uma colaboração premiada fracassou, causando tensões com sua equipe de defesa e as autoridades.
Investidores e investigadores afirmam que as propostas de Vorcaro foram consideradas fracas e sem credibilidade, resultando na rejeição da delação pela PF.
A ligação do ex-banqueiro com o senador Ciro Nogueira, que nega irregularidades, levanta suspeitas de transações inadequadas, incluindo pagamentos ao parlamentar.
A Polícia Federal desconfia das tentativas de delação do empresário Daniel Vorcaro, considerando-as uma estratégia para prolongar negociações enquanto observa o cenário eleitoral.
Relatórios indicam que as informações apresentadas por Vorcaro não são suficientes para avançar em um acordo de colaboração premiada.
Parlamentares acreditam que as movimentações de Vorcaro estão ligadas à esperança de uma mudança no ambiente político que poderia beneficiá-lo no futuro.
A proposta de delação apresentada por Daniel Vorcaro mencionou o ministro do STF, Alexandre de Moraes, e contratos milionários com a advogada Viviane Barci.
A Polícia Federal rejeitou o acordo por não atender aos requisitos necessários à formalização.
O contrato de R$ 129 milhões visava estreitar laços com Moraes, mas segundo Vorcaro, não houve contrapartida oferecida ou recebida.