O senador Davi Alcolumbre é criticado por usar o Senado em benefício próprio, causando danos à economia do Brasil.
Em meio à Copa do Mundo, Alcolumbre aprova pautas que podem resultar em perdas bilionárias, desafiando o governo Lula.
As ações de Alcolumbre em relação ao agro, saúde e medicina complicam a situação política e financeira do país, colocando Lula em uma posição difícil antes das eleições.
Davi Alcolumbre, presidente do Senado, planeja adiar a votação da PEC que extingue a escala 6x1 para depois das eleições de 2026.
A aprovação da PEC pela Câmara dos Deputados está pendente de um despacho do Senado, que ainda não designou um relator para a proposta.
Alcolumbre expressa preocupação com os impactos econômicos da proposta e acredita que a votação durante um ano eleitoral poderia resultar em decisões apressadas pelos parlamentares.
A PEC do fim da escala 6x1 entra em uma semana decisiva no Senado, com Davi Alcolumbre reunindo líderes partidários para discutir sua tramitação.
A proposta pode ser enviada diretamente à Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) após pressão de parlamentares, porém há divergências sobre o rito a ser seguido.
O apoio de Alcolumbre é fundamental para a aprovação da PEC, sendo observada de perto por governistas e setores contrários à proposta.
O PT depende do sorteio de um relator no STF para contestar a Lei da Dosimetria, aprovada pelo Congresso.
O partido questiona a derrubada de parte do veto de Lula e a votação fatiada no Senado, que permitiu manter trechos da lei.
O ambiente no STF é delicado, com resistência a novos confrontos com o Congresso e a possibilidade de modulação dos efeitos da norma se a ação for aceita.
Davi Alcolumbre sinaliza à oposição que pode pautar o impeachment de ministros do STF em troca de apoio à sua reeleição como presidente do Senado.
Alcolumbre se preocupa com sua sucessão e tem dialogado com senadores oposicionistas sobre propostas, incluindo a derrubada de vetos ao PL da dosimetria.
Em meio a negociações, o presidente do Senado mantém os pedidos de impeachment em sua mesa, mas não descartou abri-los caso seja reeleito em fevereiro de 2027.
A derrota de Jorge Messias no Senado foi resultado de uma articulação liderada por Davi Alcolumbre, visando formar uma maioria contrária e calculando as eleições de 2026.
A escolha de Messias, sem alinhamento com Alcolumbre, foi vista como desprestígio, resultando em resistência silenciosa e falta de apoio.
Alcolumbre, trabalhando nos bastidores e adotando um discurso de neutralidade, vislumbra uma recondução à presidência do Senado em 2027, reposicionando-se em relação ao governo e aproximando-se de setores da direita.