As investigações revelaram possíveis vínculos entre o PCC e a produtora do filme 'Dark Horse', que retrata Jair Bolsonaro.
Alex Leandro Bispo dos Santos, mencionado na investigação, é supostamente ligado ao PCC e controla uma empresa subcontratada pelo Instituto Conhecer Brasil.
A Polícia Federal e a Polícia Civil estão apurando a origem dos recursos usados na produção do filme e a vinculação com emendas parlamentares.
A Polícia Civil de São Paulo realizou uma operação em um endereço suspeito como sede de empresas ligadas ao filme Dark Horse, mas não localizou nenhuma delas no local.
A investigação investiga um contrato de R$ 108 milhões entre o Instituto Conhecer Brasil (ICB) e a Prefeitura de São Paulo, levantando suspeitas de desvio de verba pública.
Apesar das buscas, não foram encontrados documentos ou materiais relacionados às empresas investigadas e a defesa da investigada Karina Gama se manifesta de forma positiva sobre a publicidade da investigação.
O Instituto de Criminalística de São Paulo não mantém backup de dados extraídos durante a investigação do caso Dark Horse, o que levanta preocupações sobre a preservação das provas.
Laudos da perícia revelam que o instituto não possui uma Central de Custódia Digital e que novos exames podem não recuperar dados, dependendo do estado dos aparelhos originais.
Além disso, alguns equipamentos já haviam retornado à Polícia Civil por problemas nos lacres, dificultando o acesso às informações necessários para a investigação.
O inquérito da Polícia Federal investiga o financiamento do filme 'Dark Horse', com detalhes revelados sobre o cachê do protagonista Jim Caviezel, estimado em US$ 4 milhões.
Flávio Bolsonaro, envolvido no caso, solicitou US$ 24 milhões ao banqueiro Daniel Vorcaro, mas apenas US$ 12,3 milhões foram pagos até agora, segundo relatorio do Coaf.
A expectativa de bilheteira para 'Dark Horse' é de até US$ 100 milhões, mas esse número é considerado otimista, especialmente em comparação com produções bem-sucedidas como 'Oppenheimer' e 'Coringa'.
O ministro Fachin levantou o sigilo do inquérito sobre o senador Flávio Bolsonaro, que agora é oficialmente investigado por corrupção passiva e outros crimes.
Documentos da Polícia Federal revelam um plano de negócios para o filme 'Dark Horse', que previa bilheteira maior que 'Vingadores' e 'Homem-Aranha'.
O diretor do filme negou que os custos sejam tão elevados quanto divulgados, afirmando que os valores incluem também gastos de marketing.
A Polícia Federal deflagrou uma operação envolvendo o financiamento do filme 'Dark Horse', que retrata Jair Bolsonaro, com alvos como Mário Frias e Karina Gama.
Estão sendo cumpridos 49 mandados de busca e apreensão em vários estados, visando entender as movimentações financeiras que envolvem R$ 19 milhões em emendas parlamentares.
A PF investiga se houve organização criminosa que direcionou recursos públicos para entidades ligadas aos acusados, com apreensões de documentos, armas e equipamentos para elucidar o caso.
O ministro André Mendonça do STF homologou a delação de Antonio Carlos Freire Junior, conhecido como 'Mineiro'.
Mineiro, dono da Entre Investimentos, declarou sua participação em um esquema de repasses de Daniel Vorcaro para financiar o filme 'Dark Horse' sobre Jair Bolsonaro.
A delação busca identificar mecanismos de financiamento que podem ter beneficiado Eduardo Bolsonaro durante sua estadia nos EUA.
A PGR enviou ao STF uma proposta de delação premiada do empresário Antônio Carlos Freixo Júnior, apontado como intermediário de repasses para o filme 'Dark Horse'.
Freixo Júnior, dono da Entre Investimentos, teria ajudado a repassar valores para a cinebiografia de Jair Bolsonaro e procurado moeda para pagamentos em espécie.
O acordo de delação foi assinado no mesmo dia da delação de João Carlos Mansur e aguarda homologação do ministro André Mendonça.