Milhares de migrantes cruzaram a fronteira entre Marrocos e Ceuta, enquanto enfrentam uma grave crise humanitária.
Cerca de 60 mil pessoas atravessaram a fronteira em apenas 24 horas, mas muitas retornaram devido às condições precárias em Ceuta.
A situação gerou caos na cidade, com comercios fechados e serviços de saúde sobrecarregados, enquanto autoridades marroquinas tentam conter a situação.
A União Europeia convocou uma reunião de emergência para discutir a crise migratória em Ceuta, marcada para a próxima terça-feira, após a chegada massiva de imigrantes marroquinos.
O primeiro-ministro espanhol, Pedro Sánchez, criticou a suspensão do Acordo de Schengen com a Itália e defendeu a resposta coordenada da UE.
A situação em Ceuta está se normalizando, com a maioria dos imigrantes retornando ao Marrocos, mas as autoridades locais ainda expressam preocupações de segurança.
A polícia espanhola utilizou bombas de gás para afastar imigrantes que tentavam entrar em Ceuta, cidade autônoma da Espanha, após um grande fluxo de migrantes do Marrocos.
Cerca de 60 mil migrantes chegaram a Ceuta em 24 horas, muitos enfrentando a travessia perigosa que resultou na morte de ao menos 34 pessoas.
Autoridades marroquinas também tentaram conter a situação usando caminhões de água, mas a crise continua com um fluxo intenso de tentativas de entrada na cidade.
A Agência Espacial Europeia divulgou imagens de satélite que mostram deformações na crosta terrestre na Venezuela, causadas por terremotos em 24 de junho.
Os tremores resultaram em 3.811 mortos, e os dados foram coletados pelos satélites Sentinel-1 do programa Copernicus.
As comparações de medições antes e depois dos terremotos revelaram um deslocamento de até 30 centímetros na região do epicentro, que coincide com importantes estruturas tectônicas.