Operação revela a infiltração de organizações criminosas em órgãos públicos do Rio, com prisões no Instituto Rio Metrópole.
O procurador-geral denuncia 'antros de corrupção' dentro das estruturas do Estado, resultando na prisão de seis pessoas, incluindo o presidente do IRM.
A investigação expõe como o sistema foi cooptado para desvio de verbas públicas, evidenciando a necessidade de uma profunda reforma nos órgãos estatais.
A polícia migratória dos EUA prendeu Felipe Linares De Oliveira Dell Aquilla, conhecido como 'Don', ex-chefe do PCC e CV, que tinha uma ordem de captura da Interpol.
Durante a fuga para o México, Don manteve sua esposa como refém e acabou se envolvendo em um acidente que levou à sua captura.
Na prisão, foram encontrados com ele dinheiro, uma arma e celulares, enquanto os EUA designaram as facções PCC e CV como organizações terroristas, apesar da recusa do Brasil em classificar da mesma forma.
A operação das polícias Civil e Militar no Complexo da Maré resultou na prisão de 25 suspeitos e na apreensão de materiais ilícitos, como fuzis e drogas.
Durante a ação, foram recuperados 27 carros e 22 motocicletas, além de ter sido localizada uma central de golpes voltada para idosos e pensionistas.
A operação foi planejada ao longo de seis meses e demonstrou a integração entre as forças policiais, evitando danos colaterais e garantindo a segurança da operação.
Os Estados Unidos classificaram o Comando Vermelho (CV) e o Primeiro Comando da Capital (PCC) como organizações terroristas, permitindo ações financeiras e operacionais contra eles.
A designação autoriza o bloqueio de ativos e proíbe qualquer apoio material, além de expandir o uso da inteligência do Departamento de Defesa dos EUA.
A decisão poderá impactar a cooperação Brasil-EUA e o mercado financeiro brasileiro, gerando preocupações sobre a soberania nacional e riscos à economia.