Shigeru Miyamoto, famoso designer da Nintendo, revelou que não joga mais videogames por conta própria, mas ainda mantém um Nintendo Switch em casa para seus netos.
Sua filosofia de buscar inspiração fora dos games é evidente, com hobbies que influenciaram jogos icônicos como Nintendogs e Pikmin.
Miyamoto acredita que grandes jogos surgem de pessoas com experiências diversificadas, não apenas de gamers dedicados.
Luana Marquezine, irmã de Bruna, começa a se destacar nas artes, explorando teatro, dança e artes visuais.
Desde cedo, Luana se apaixonou pela arte, influenciada pela trajetória da irmã, mas busca construir seu próprio caminho.
A pandemia a levou a descobrir as artes visuais como uma possibilidade profissional, unindo suas experiências e interesses em diferentes linguagens artísticas.
Jhony Stark, de 41 anos, cria histórias novas para personagens de 'Chaves' utilizando diversas ferramentas de inteligência artificial, acumulando milhões de visualizações em suas postagens.
Os vídeos incluem narrativas sobre a juventude de personagens como Professor Girafales e Seu Madruga, com um alto engajamento nas redes sociais.
Jhony, que trabalha com tecnologia há 20 anos, destaca a facilidade que a IA traz para transformar suas ideias em realidade, permitindo um processo criativo mais acessível.
Shawn Layden, ex-líder da PlayStation, expressa preocupação com a falta de variedade na indústria de jogos, que ele acredita estarremos limitada a sequências e gêneros semelhantes.
Ele menciona que os altos custos de produção levaram os desenvolvedores a evitar riscos, resultando em jogos cada vez mais homogêneos e repetitivos.
Layden cita o exemplo de jogos inovadores da era PS1 e questiona onde estão os projetos criativos atualmente, sugerindo que o foco em retornos financeiros prejudica a criatividade no setor.
A neurocientista Hannah Critchlow, em seu livro 'O Cérebro do Século 21', explora habilidades necessárias para o cérebro florescer na era da inteligência artificial.
Ela enfatiza a importância da flexibilidade mental, empatia e atividade física para que possamos enfrentar desafios modernos.
A autora compartilha que pequenas mudanças como caminhadas na natureza e uma alimentação saudável podem estimular a criatividade e o bem-estar cerebral.