Edson Fachin, presidente do STF, defende a liberdade de imprensa e o sigilo da fonte jornalística, afirmando que a decisão de Moraes deve ser analisada pelo plenário da Corte.
A operação da Polícia Federal contra Raimundo Cutrim, suposta fonte do jornalista Luís Pablo, gera preocupações sobre a criminalização da atividade jornalística.
Associações de imprensa manifestam apreensão sobre a investigação, destacando que violar o sigilo da fonte compromete a liberdade de imprensa garantida pela Constituição.
Os jornais Globo, Folha de S.Paulo e Estado de S. Paulo criticaram a decisão do STF que quebrou o sigilo da fonte de um jornalista no Maranhão.
As publicações qualificaram a decisão como um ataque à liberdade de imprensa e uma ofensa à Constituição, enfatizando a importância do sigilo ao repassar informações.
A Folha e o Estado de S. Paulo destacaram que a atuação do ministro Alexandre de Moraes contradiz a proteção das garantias do Estado democrático de direito.
Renan Santos, candidato à Presidência, afirmou que não cumprirá decisões monocráticas do STF se as considerar ilegais.
Ele defendeu a discussão prévia com a Corte antes de obedecer quaisquer determinações que julgar ilegais ou que ultrapassem as competências do Supremo.
Santos enfatizou que a não-obediência a essas decisões é uma questão de cumprir seu papel como presidente e que a Constituição estabelece as regras.
A ministra Cármen Lúcia do STF votou para declarar inconstitucionais partes das alterações na Lei da Ficha Limpa aprovadas em 2025.
Mudanças significativas incluem a contagem do tempo de inelegibilidade e um limite máximo de 12 anos, considerados desproporcionais por alguns congressistas.
A ação foi apresentada pela Rede Sustentabilidade, que argumenta que as alterações enfraquecem a moralidade administrativa e violaram o processo legislativo.