O presidente Lula anunciou a liberação de R$ 18,5 bilhões em crédito para empresas que enfrentam as tarifas de 25% dos EUA e a guerra no Oriente Médio.
O financiamento visa apoiar empresas exportadoras e exige a manutenção de empregos como uma das condições para o acesso aos recursos.
A medida se insere no programa 'Brasil Soberano', que tem como objetivo oferecer suporte financeiro em momentos de instabilidade internacional.
O vice-presidente Geraldo Alckmin confirmou que o Brasil buscará negociar com os Estados Unidos para aliviar a crise gerada pela nova tarifa de 25% sobre produtos brasileiros.
A Lei da Reciprocidade está sendo considerada pelo governo brasileiro, mas Alckmin reforçou que a intenção não é retaliar, mas sim encontrar soluções através do diálogo.
Setores produtivos, como a indústria de máquinas e calçados, se reuniram com o governo e defenderam que o apoio às empresas afetadas deve ser adaptado às necessidades específicas de cada setor.
O vice-presidente Geraldo Alckmin declarou que, em resposta ao novo tarifaço de 25% dos EUA, a orientação de Lula é buscar novos mercados internacionais.
Alckmin criticou a tarifa imposta, classificando-a como injusta e infundada, dado o superávit comercial dos EUA com o Brasil.
O comércio exterior brasileiro continua em expansão, destacando acordos do Mercosul com Cingapura, EFTA e União Europeia como alternativas para mitigar os impactos da nova taxação.
Imprensa internacional destaca a nova tarifa de 25% imposta por Trump sobre produtos brasileiros, com enfoque em suas consequências políticas para as eleições de outubro.
O The New York Times afirma que a tarifa é uma resposta às 'práticas comerciais desleais' do Brasil, responsabilizando membros da família Bolsonaro pela situação.
Jornais como The Guardian e Le Monde ressaltam o atrito político gerado pela medida e as disputas eleitorais entre Lula e Flávio Bolsonaro.