O número de migrantes mortos na tentativa de entrada em massa em Ceuta aumentou para 72, conforme balanço divulgado pelo governo local.
A maioria das quase 60 mil pessoas que entraram no exclave já retornou ao Marrocos, após a crise migratória sem precedentes.
A Espanha enfrenta pressão internacional devido à sua política migratória, com críticas de aliados europeus e uma reunião da União Europeia marcada para abordar a situação.
Marroquinos chegam a Ceuta em busca de entrada na União Europeia, resultando em uma crise migratória significativa.
Embora cerca de 50.000 pessoas tenham entrado, a cidade não garante o direito de circulação pela UE, já que não faz parte do espaço Schengen.
A decisão do Supremo da Espanha sobre deportações motivou a travessia a nado, levando a medidas emergenciais e apoio internacional para um controle migratório mais eficiente.
Milhares de migrantes cruzaram a fronteira entre Marrocos e Ceuta, enquanto enfrentam uma grave crise humanitária.
Cerca de 60 mil pessoas atravessaram a fronteira em apenas 24 horas, mas muitas retornaram devido às condições precárias em Ceuta.
A situação gerou caos na cidade, com comercios fechados e serviços de saúde sobrecarregados, enquanto autoridades marroquinas tentam conter a situação.
A União Europeia convocou uma reunião de emergência para discutir a crise migratória em Ceuta, marcada para a próxima terça-feira, após a chegada massiva de imigrantes marroquinos.
O primeiro-ministro espanhol, Pedro Sánchez, criticou a suspensão do Acordo de Schengen com a Itália e defendeu a resposta coordenada da UE.
A situação em Ceuta está se normalizando, com a maioria dos imigrantes retornando ao Marrocos, mas as autoridades locais ainda expressam preocupações de segurança.
Mais de 48 mil imigrantes deixaram Ceuta, na Espanha, até a tarde de sexta-feira, segundo o Ministério do Interior.
A situação na fronteira gerou alerta na Europa, levando líderes da UE a exigir controle da situação por parte da Espanha.
O primeiro-ministro Pedro Sánchez afirmou que a travessia em massa é uma violação da soberania territorial e anunciou a repatriação dos que entraram ilegalmente.