A base aliada do presidente Lula rejeitou o relatório da CPMI do INSS, que recebeu 12 votos a favor e 19 contrários.
O relator do parecer, deputado Alfredo Gaspar, enfrentou críticas devido às suas recomendações de indiciamento de várias figuras importantes, incluindo o filho de Lula, Lulinha.
A oposição se uniu para apoiar o relatório, que continha 4,4 mil páginas e abrangia uma lista extensa de pessoas a serem indiciadas.
O líder do PL, Sóstenes Cavalcante, critica o STF, afirmando que a Corte está de 'costas' para os aposentados e pensionistas.
Cavalcante menciona a condução da CPMI do INSS e acusa a base governista de tentar interferir no relatório final.
Ele desafia Gilmar Mendes a apresentar provas sobre vazamentos de informações e reafirma que não fará acordos, insistindo em defender os direitos dos aposentados.
O STF deve rejeitar a prorrogação da CPMI do INSS, conforme sinais de ministros da Corte.
O ministro André Mendonça determinou que o presidente do Senado receba o pedido de prorrogação, mas Davi Alcolumbre aguarda uma decisão do plenário do STF.
O julgamento será crucial para definir os limites das CPIs e o futuro das investigações, especialmente em relação a casos polêmicos, como o do Banco Master.
O presidente da CPMI do INSS, Carlos Viana, negou a divulgação de material sigiloso envolvendo ministros do STF.
Viana afirmou que a comissão sempre atuou dentro dos limites legais e que é preciso identificar a origem de documentos que foram divulgados.
A afirmação ocorre após uma nota do ministro Alexandre de Moraes, que alegou que prints de mensagens do banqueiro Daniel Vorcaro foram tornados públicos pela CPMI.